sexta-feira, 30 de março de 2012

Organizações com o maior número de funcionários do mundo...

Organizações com o maior número de funcionários do mundo


1º lugar: Departamento de Defesa dos EUA
Funcionários: 3,2 milhões




2º lugar: Exército de Libertação Popular da China
Funcionários: 2,3 milhões




3º lugar: Walmart
Funcionários: 2,1 milhões



Paraná é campeão em multas e prisões durante Lei Seca...

A Polícia Rodoviária Federal divulgou um balanço da fiscalização em todo o Brasil durante o período da Lei Seca, que passou a vigorar a partir de junho de 2008. 

Segundo informações do portal G1, só no ano passado, 699.946 abordagens foram realizadas no país, o que representa a média de um teste do bafômetro a cada 45 segundos. 

O Paraná é o estado onde mais testes foram realizados durante a Lei Seca com 290.090 motoristas fiscalizados. São Paulo aparece na segunda colocação com mais de 249 mil testes realizados, seguido do Rio de Janeiro em terceiro lugar. 

O Paraná também lidera o ranking de autuações. No período da Lei Seca, 10.249 multas foram aplicadas no estado, que superou Minas Gerais (8.974) e Santa Catarina (7.295). 

Além disso, o Paraná se destaca ainda mais quando o assunto é preso por embriaguez no volante. O estado lidera a lista com quase o dobro de prisões em comparação com o segundo colocado. Enquanto 3.889 pessoas foram presas no Paraná, o Rio Grande do Sul registrou 2.093 casos de motoristas presos.(Com informações do G1)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dilma vai à Índia participar de reunião dos países emergentes...

22/03/2012 às 12h13min - Atualizada em 22/03/2012 às 12h13min

Dilma vai à Índia participar de reunião dos países emergentes
A presidente Dilma Rousseff viajará para Nova Déli, na Índia, onde participará, no próximo dia 29, da quarta reunião dos Brics (bloco que reúne os países emergentes --Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A comitiva presidencial deve contar com cerca de 60 empresários e alguns ministros de Estado.
As discussões devem ser pautadas pelos debates econômicos e financeiros, além de políticas de segurança e paz, assim como o esforço conjunto para o desenvolvimento sustentável, um dos pilares para a redução da pobreza.
Além de Dilma, participarão dos debates os presidentes Dmitri Medvedev (Rússia), Hu Jintao (China) e Jacob Zuma (África do Sul), e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh. As conversas ocorrem em um momento de incertezas devido à crise econômica internacional que ainda causa impactos na Europa e nos Estados Unidos.
Nas reuniões, os líderes políticos querem consolidar a decisão de transformar o Brics em referência no cenário econômico e político internacional. A ideia é ampliar as relações comerciais internas e externas, incentivando a expansão dos mercados exportadores e importadores.
As autoridades brasileiras, com o apoio dos empresários, querem mostrar que o mercado exportador do Brasil não se resume aos produtos agrícolas. Na comitiva presidencial, há empresários de diversos setores, incluindo o de tecnologia de ponta, que participarão do Fórum Empresarial, com a presença de representantes de todos os países que integram o bloco.
Ao final dos debates, os líderes políticos assinarão documentos estabelecendo que todos os integrantes do Brics pretendem ampliar os acordos bilaterais, por intermédio de suas instituições bancárias de desenvolvimento econômico, utilizando moedas locais. No caso do Brasil, o acordo será firmado com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Com informações da Agência Brasil

Dilma anuncia financiamento de R$ 1,6 bilhão para o transporte no Rio...

21/03/2012 às 19h07min - Atualizada em 21/03/2012 às 19h07min

A presidente Dilma Rousseff anunciou na tarde desta quarta-feira a liberação de R$ 1,63 bilhão para duas obras de transporte no Rio, com recursos do PAC da Mobilidade Urbana. A contrapartida da prefeitura será de R$ 771 milhões, com recursos próprios e através de uma PPP (Parceria Público Privada).

A principal obra é o Transbrasil, via que vai ligar Deodoro ao aeroporto Santos Dumont. Ela será destinada a ônibus articulados (chamados BRT, bus rapid transit) e passará pelo centro do Rio. Com custo de R$ 1,3 bilhão (sendo R$ 1,129 bilhão de verbas federais), o corredor terá 32 quilômetros e deverá ser concluído em três anos.

Os R$ 500 milhões restantes da verba federal serão investidos no VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) do centro.

Os demais R$ 600 milhões serão viabilizados pelo município através de uma PPP. Serão 26 km de vias para integrar estações do BRT, metrô, trem e barcas.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Chevron suspende temporariamente produção no Brasil...

Segunda-feira, 19 de março de 2012 19:41 BRT
Por Leila Coimbra
RIO DE JANEIRO, 19 Mar (Reuters) - A Chevron suspendeu temporariamente a sua produção de petróleo no Brasil, após dois incidentes com vazamentos em um intervalo de quatro meses, mas a empresa informou também que a suspensão não muda os planos de investimentos no país.
A companhia era a segunda maior petrolífera do país, atrás apenas da Petrobras.

Na semana passada, a multinacional já havia cortado seu volume de exploração em campos brasileiros pela metade, caindo para quarto lugar no ranking de produção da Agência Nacional de Petróleo (ANP), cedendo lugar à Shell e à Statoil.

Segundo a empresa, até a semana passada, a produção estava em 31,8 mil barris diários líquidos, volume 56 por cento menor que os 73,2 mil barris diários líquidos de petróleo retirados em novembro de 2011, quando ainda não havia ocorrido nenhum derrame no campo operado pela petrolífera norte-americana.

A companhia anunciou na semana passada que ocorreu um segundo vazamento na bacia de Campos, no campo de Frade, a três quilômetros do poço onde ocorreu, em novembro do ano passado, outro incidente envolvendo a empresa.

A companhia pediu autorização para suspender temporariamente as operações de produção no campo Frade como medida preventiva.
Nesta segunda-feira, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou nota afirmando que autorizou a Chevron a suspender as operações na noite da última sexta-feira

Resistência a antibióticos pode acabar com a medicina moderna...

É... automedicação é um problema...

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna.
Margaret Chan, diretora geral da OMS, alerta para o fato de que as bactérias estão ficando tão resistente aos antibióticos comuns, que isso poderia trazer nossa medicina a um ponto catastrófico. No fim, todo antibiótico pode se tornar inútil.

E estamos falando de medicamentos importantes para doenças como tuberculose, malária, infecções e HIV/AIDS. Nessa nova era pós-antibiótica, os medicamentos poderiam ficar mais caros e necessitar de períodos de tratamento mais longos para surtir o mesmo efeito do que os remédios antuais.
“Coisas comuns como uma garganta inflamada ou um machucado no joelho de uma criança podem voltar a matar. Nós estamos perdendo nossos melhores antibióticos”, afirma Chan. “Os tratamentos de substituição são mais caros, mais tóxicos e precisam de durações maiores. Para pacientes com doenças resistentes a medicamentos, a mortalidade pode subir em até 50%”.

De acordo com a organização, o culpado é o uso errado dos antibióticos, que não são prescritos de maneira certa e usados muito frequentemente e por muito tempo. [Telegraph]

sexta-feira, 16 de março de 2012

Luto por Aziz Ab'Saber...

É com grande tristeza que compatilho esta notícia... um dos maiores geógrafos brasileiros nos deixa... hoje a geografia do Brasil e do Mundo encontra-se de luto...

Professor da USP morreu nesta sexta-feira aos 87 anos. Ele ganhou prêmio da Unesco para Ciência e Meio Ambiente, entre outros.

Aziz Nacib Ab’Saber fez dos estudos profundos sobre a geografia do país as suas armas na defesa dos recursos naturais do país. O professor costumava dizer que é preciso conhecer e respeitar a natureza para manter o equilíbrio do meio-ambiente. Durante quase 70 anos dedicou seus estudos à geografia, se tornando referência no assunto no país e internacionalmente, tendo recebido o Prêmio Unesco para Ciência e Meio Ambiente de 2001, entre outros. Considerado o principal geomorfologista do país, Ab'Saber morreu nesta sexta-feira (16), aos 87 anos, em sua casa na Grande São Paulo.

Filho de pai libanês e mãe brasileira, Aziz Ab’Saber nasceu em São Luiz do Paraitinga. Passou a infância em Caçapava e Taubaté, outras cidades da região.

Aos 16 anos, foi para São Paulo para terminar o colegial. No ano seguinte, entrou na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH). Segundo o próprio Ab’Saber, sua aprovação se deu por sua grande capacidade em fazer desenhos. Em artigo publicado no site da USP, o professor relatou que nos primeiros meses da faculdade participou de uma excursão pelo interior de São Paulo. Ao observar o relevo e vegetação de cidades como Sorocaba, Itu, Salto e Campinas, se apaixonou pela geografia.

Ab’Saber passou a estudar as características geomorfológicas dessas regiões. Terminou a faculdade em 1944 com licenciatura e bacharelado em geografia e história. Dois anos depois iniciou estudos específicos de geologia, para aprender mais sobre o solo.

Foi contratado pela USP para trabalhar como jardineiro, logo se tornou prático de laboratório no Departamento de Geologia e Paleontologia da antiga Faculdade de Filosofia, e após fazer doutorado e livre-docência, passou a dar aulas de geografia física na USP.

Professor emérito da FFLCH e membro da Academia Brasileira de Ciências, Ab'Saber desenvolveu ao longo de sua extensa carreira de cientista centenas de pesquisas e tratados de significativa relevância internacional nas áreas de ecologia, biologia evolutiva, fitogeografia, geologia, arqueologia e geografia.

Foi diretor do Instituto de Geografia da USP, de 1969 a 1983, e presidente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), entre 1982 e 1983, onde trabalhou pelo tombamento da Serra do Mar. Ab'Saber também foi presidente da SBPC de 1993 a 1995 e desenvolveu trabalhos no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA/USP), onde era professor honorário. Ele ainda era professor emérito da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e presidente de honra do Instituto de Cultura Árabe.

O professor recebeu diversos prêmios como o Prêmio Jabuti em Ciências Humanas (1997 e 2005), e em Ciências Exatas (2007); o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia (1999), concedido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia; a Medalha de Grão-Cruz em Ciências da Terra pela Academia Brasileira de Ciências; e o Prêmio Unesco para Ciência e Meio Ambiente (2001).

Críticas ao novo Código Florestal

Há dois anos, quando foi homenageado na 62ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o pesquisador fez severas críticas ao novo Código Florestal que tramita no Congresso Nacional.

“A nossa inovação sempre vai ser na proteção do que a natureza faz”, afirmou na ocasião, para enfatizar que a maior contribuição da ciência para a humanidade é buscar formas de preservar a natureza.

O professor alegava que o projeto do novo Código Florestal não respeitava a importância da floresta para o equilíbrio ambiental e as consequências de uma destruição do bioma. Para Ab’Saber, o projeto deveria contemplar as características de todos os ecossistemas encontrados no território nacional.

Livro inédito

Incansável, Aziz Ab’Saber era professor aposentado da USP, mas continuava trabalhando. Na quinta-feira (15), ele foi à sede da SBPC, onde era presidente de honra, para entregar na tarde sua obra consolidada, de 1946 a 2010, em um DVD, para ser encaminhada a amigos, colegas da universidade e ao maior número de pessoas.

Na dedicatória, segundo a SBPC, ele escreveu: “Tenho o grande prazer de enviar para os amigos e colegas da universidade o presente DVD que contém um conjunto de trabalhos geográficos e de planejamento elaborados entre 1946-2010. Tratando-se de estudos predominantemente geográficos, eu gostaria que tal DVD seja levado ao conhecimento dos especialistas em geografia física e humana da universidade”.

Ainda segundo a entidade, Ab'Saber morreu antes de ver publicada sua última obra que será o terceiro volume da coleção “Leituras Indispensáveis”, a ser publicado pela SBPC. Ele é autor de mais de 300 trabalhos publicados sobre estudos da geografia do Brasil. No segundo semestre de 2011, a editora Beca publicou o livro "A obra de Aziz Ab'Saber", uma homenagem ao professor que reuniu os artigos escritos por ele durante sua carreira. O livro é vendido com um CD com a tese de doutorado de Ab'Saber, concluída em 1957.

De acordo com a USP, o geógrafo era pai de duas filhas, Janaína e Jussara, e tinha seis netos, todos com nomes indígenas: Iaci, Iandara, Cauê, Acauã, Iberê e Jassiara.
Grande Aziz Ab'Saber... muito grande!!!

Situação da Síria...


A revolta popular por liberdade política na Síria completa um ano com um saldo trágico. A repressão aos opositores do ditador Bashar al-Assad deixou até agora - segundo a ONU - mais de oito mil mortos.

Austríaco testa salto livre no espaço com sucesso...

O aventureiro austríaco Felix Baumgartner testou com sucesso, na quinta-feira, o salto que pode lhe dar o novo recorde mundial de skydiving, modalidade de esporte em que uma pessoa salta de grandes altitudes e faz manobras no ar, antes de abrir um paraquedas.

Baumgartner saltou quando estava a 21,8 km de altitude, em uma cápsula pressurizada conectada a um balão de hélio. O austríaco voou acima de uma zona crítica conhecida como a Linha Armstrong, a partir da qual a sobrevivência é impossível por conta da alta pressão. A temperatura externa chega a 70 graus negativos.

O acessório mais importante usado no salto é a roupa que cobre toda a superfície do seu corpo. O vestuário é fundamental para manter o corpo sob a pressão atmosférica adequada e para o fornecimento de oxigênio.
Ao saltar, segundo informações da Red Bull Stratos (projeto que combina patrocinador e cientistas em torno do propósito de Baumgartner), o austríaco teria atingido a velocidade de 585,7 km/h.

'Vista incrível'

O objetivo do projeto é permitir que Baumgartner salte do balão a 36,5 quilômetros de altitude. O salto não tem data marcada, mas será feito ainda este ano.
Se a tentativa for bem-sucedida, Baumgartner conseguirá bater um recorde estabelecido em 1960 pelo aventureiro Joe Kittinger, que pulou de um balão a 31 quilômetros de altura. Kittinger faz parte hoje da equipe de Baumgartner e acredita que todo o esforço do austríaco dará certo.
Foto: Jorg Mitter/Red Bull Stratos
Baumgartner clebra teste com Mike Todd, engenheiro que cuida da cápsula
O salto de quinta-feira foi o mais alto que Baumgartner fez em sua vida. "A vista é incrível, muito melhor do que eu imaginava", disse ele depois do feito, segundo sua assessoria de imprensa.
Ainda antes de saltar, o austríaco chegou a se curvar para ter uma noção da altura "Pensei que tinha que abrir o paraquedas, mas me dei conta de que eu ainda estava a pouco mais de 15 km de altitude", brincou.

O austríaco, de 42 anos de idade, ficou famoso por ter saltado de paraquedas de lugares como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o Millau Viaduct, no sul da França, e da torre Taipei 101, em Taiwan.
Equipes da BBC e da National Geographic estão fazendo um documentário sobre o salto no espaço de Baumgartner

USP terá supercomputador para pesquisas em astronomia...

Pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) e do Núcleo de Astrofísica Teórica da Universidade Cruzeiro do Sul, começam a usar neste mês um supercomputador que está entre os cinco mais rápidos existentes no País. A nova máquina tem capacidade para realizar 20 trilhões de cálculos por segundo.

O equipamento, adquirido pela USP com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), é cerca de 100 vezes mais rápido que o computador mais potente da universidade. Um procedimento que levava uma hora e meia para ser realizado vai levar agora 1 minuto e 57 segundos, utilizando metade da capacidade do processador. A professora de Astronomia da USP, Elisabete Dal Pino, ressalta que "o computador coloca a escola entre os institutos líderes do mundo para fazer computação de alta performance."

O supercomputador custou mais de R$ 1 milhão e terá 10% do tempo de seu funcionamento destinado à astrofísica. Segundo Elisabete, ele permite a criação virtual de modelos de galáxias, colisões entre galáxias, colisões entre estrelas, além da morte ou nascimento de uma estrela. "É possível comparar esses modelos com os que você consegue obter a partir de observações por telescópios", afirma.

16 de março de 2012 11h42

quinta-feira, 15 de março de 2012

O Taj Mahal vem sofrendo com as secas ocasionais do vizinho rio Yamuna...

O Taj Mahal vem sofrendo com as secas ocasionais do vizinho rio Yamuna.
O monumento indiano foi projetado para ter umidade constante em sua base, mas recentemente o rio seca todos os anos durante o verão.

Arquitetos afirmam que um dos minaretes teve uma inclinação de 3,5 centímetros nos últimos trinta anos.

Autoridades locais dizem que a melhor solução seria a construção de reservatórios para evitar que a seca no Yamuna afete a estrutura de um dos edifícios mais famosos da Índia.

Assistam o vídeo no site da BBC

Sul-africana questiona 'legado social' deixado por megaeventos esportivos...

Pessoal, abaixo um importante ponto de vista sobre os investimento financeiros para a copa de 2014 no Brasil...

Enviada especial da BBC Brasil a Doha
Atualizado em 15 de março, 2012 - 13:44 (Brasília) 16:44 GMT

Eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada devem ser encarados com mais realismo e menores expectativas. A opinião é da consultora sul-africana Liepollo Pheko, que ainda questiona a ideia do "legado social" deixado às cidades-sedes.
Diretora de uma consultoria de desenvolvimento social em Joanesburgo, Four Rivers, Liepollo é cética quanto à herança deixada pela Copa de 2010 em seu país.

Segundo ela, grande parte dos empregos gerados foram extintos após o Mundial e a infraestrutura de transporte construída para o evento hoje não atendem bem a população. Ela citou como exemplo o BRT, espécie de metrô sobre rodas que está sendo adotado no Rio.
"Estamos vendo uma repetição. As expectativas são muito altas, evento após evento. Mas temos sempre que olhar para os números por trás do entusiasmo", afirma Liepollo.
A consultora lembra que os altos investimentos na Olimpíada de Atenas, em 2004, podem ter contribuído para colocar a Grécia "no buraco em que está agora".

Voz dissonante

Liepollo participou de um debate sobre os benefícios sociais gerados por megaeventos esportivos, na 2a Conferência Internacional de Segurança em Esporte, em Doha, promovida pelo Centro Internacional de Segurança no Esporte (ICSS).

Ela estava ao lado do Secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, e de três debatedores que ressaltavam o potencial desses eventos para gerar benefícios sociais para a população.
A sul-africana foi uma voz dissonante ao questionar os benefícios gerados na África do Sul.
Segundo ela, as altas cifras anunciadas como dinheiro gerado pela Copa de 2010 foram em grande parte consumidas na organização do evento.

"Deveríamos ter olhado mais para uma análise custo-benefício", afirma Liepollo, defendendo que as populações avaliem se querem gastar tantos tributos com megaeventos ou se preferem alocá-los de outras maneiras.

Ela defendeu que os países que se propõem a sediar tais eventos façam uma avaliação de impacto criteriosa para saber se de fato têm condições de levar o projeto adiante.
"Olhando para trás, talvez se a Grécia soubesse da situação em que estaria hoje, talvez preferisse adiar a realização do evento", argumentou.

Segurança no Rio

Liepollo não fez críticas ao evento em si, elogiando o clima na África do Sul durante a Copa do Mundo, quando as coisas ficaram "cor de rosa" e os problemas melhoraram, inclusive a segurança.
"Mas estamos mais preocupados com a segurança dos visitantes do que com a nossa própria?", questionou.

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, contestou a sul-africana e afirmou que os benefícios já estão sendo sentidos no Rio. "O legado não tem que começar depois, o legado tem que continuar antes", disse.

Ele apresentou brevemente à plateia internacional do evento o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora, iniciado no Rio em 2008.
Através dos megaeventos 2014 e 2016, afirmou, o Rio estabeleceu uma política de segurança pública clara, algo que não existia.

O secretário afirmou que com as UPPs o Estado "retomou" áreas de favelas que estavam ligadas ao tráfico de drogas, e que a presença da polícia está possibilitando a entrada de serviços que vem reintegrando esses espaços à cidade.
Incisivo, o moderador do debate cobrou do secretário garantias sobre a continuidade do programa após a Olimpíada de 2016.

"Como o senhor vai garantir que essa mudança de longo prazo quando os holofotes não estiverem mais sob o Rio e a vontade política talvez não esteja mais lá", quis saber Tim Sebastian, ex-apresentador da BBC.

Beltrame afirmou que a continuidade está garantida porque a "sociedade já tomou para si" o projeto e não vai mais admitir voltar atrás; porque o estabelecimento do projeto virou lei; e porque o orçamento está pronto para a execução do projeto até a sua conclusão, em 2014.

Prefeito na Itália proíbe moradores de morrer...

O prefeito da cidade de Falciano del Massico*, no Sul da Itália, proibiu os moradores de morrer, porque o cemitério local chegou ao limite de sua capacidade.

De acordo com o prefeito Giulio Cesare Fava, a situação teve sua origem em 1964, quando Falciano se emancipou do município vizinho de Carinola.

A cidade vizinha permaneceu, no entanto, administrando o cemitério, que ainda abriga os mortos das duas cidades.

Mas elas divergem quanto à expansão do cemitério atual.

Diante do impasse, o prefeito decidiu criar o que chamou de uma medida ''provocativa'', na qual afirma ser ''proibido para os moradores ir além das fronteiras da vida terrestre e passar para o além'''.

*Falciano del Massico é uma comuna italiana da região de Campania, província de Caserta, com cerca de 3.827 habitantes

Los hermanos X Ingleses...

O governo argentino anunciou nesta quinta-feira que irá "processar" empresas que exploram petróleo nas Ilhas Malvinas (Falklands, para os inlgeses).

O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Hector Timerman, durante entrevista à imprensa em Buenos Aires.

"Nós vamos iniciar ações nos tribunais federais do país e na justiça internacional. As petrolíferas possuem licenças ilegítimas, concedidas pela Grã-Bretanha, estão realizando atividades ilegais e estão atuando em área ilegal no Atlântico Sul. O petróleo das Malvinas é dos argentinos", disse Timerman.

No total, são cinco empresas. Destas, duas já teriam encontrado petróleo na região do arquipélago, segundo especialistas argentinos.

Segundo Timerman, o governo adotará medidas também contra bancos que deram financiamento para estas petrolíferas, contra as empresas de logística que prestam apoio a estas companhias, contra as classificadoras de risco que analisam a situação das empresas e ainda vai advertir as bolsas que estas empresas estão atuando em áreas de litígio entre Argentina e Grã-Bretanha.

"Serão medidas administrativas, civis e legais (dependendo do caso)", afirmou.



O departamento de Recursos Minerais das Ilhas estima que existam cerca de 120 áreas com possibilidade de terem petróleo no arquipélago, onde moram em torno de 3 mil pessoas, com uma renda per capita de US$ 50 mil - uma das mais altas do mundo, segundo analistas.

Já foram entregues 34 licenças para exploração de petroleo na região, de acordo com a imprensa local.

Dia Mundial do Consumidor completa 50 anos...

O Dia Mundial do Consumidor completa 50 anos nesta quinta-feira (15) e quem espera poupar o bolso tem muito o que comemorar.

Uma pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) mostra que os principais bens duráveis e semiduráveis tiveram alta de 1,85% entre abril de 2011 e março de 2012, ou seja, bem abaixo da inflação de 5,47% apurada pelo IPC-10 (Índice de Preços ao Consumidor) no mesmo período.

Itens muito populares entre os consumidores tiveram considerável queda, a exemplo dos índices registrados nos aparelhos de TV (redução de 8,65%), celulares (- 7,58%) e videogames (- 7,41%).
Por outro lado, vários itens do vestuário subiram mais que a inflação, tais como roupas infantis (9,85%), calçados para crianças (9,78%) e roupas femininas (8,53%).

Transporte Ferroviário no Governo Dilma Rousseff...

A presidente Dilma Rousseff visitou nesta quinta-feira (15) obras da Ferrovia Norte-Sul em Goiás. Em rápida entrevista concedida em Goianira (GO), cidade que fica a 20 quilômetros da capital do Estado, Goiânia, ela prometeu concluir, até 2014, o trecho que vai de Açailândia (MA) a Estrela d'Oeste (SP). Além disso, disse que vai deixar prontos os projetos para estender a ferrovia até Rio Grande (RS).

- Nesse período do meu governo, pretendemos estar com ela [a ferrovia] funcionando, com locomotivas e trens transportando carga e pessoas de Estrela D'Oeste até lá em cima em Açailândia, no Maranhão.

Ao lado do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, a presidente não quis falar de política. Passos é do PR, partido que anunciou, nesta quarta (14), o rompimento com o governo no Senado. A sigla quer retomar o Ministério dos Transportes. Embora Passos seja do PR, ele não agrada à cúpula da sigla.



Brincando com os jornalistas, ela afirmou que não trataria de outro tema para não tirar o foco de sua visita.

- Disse para vocês que, se eu cair na besteira de falar uma coisa que não seja dessa obra, vocês não põem uma coisa dessa obra no jornal.

A visita de Dilma começou em Anápolis (GO). Lá, ela ficou cerca de meia hora no canteiro de obras e conversou com engenheiros. De helicóptero, a presidente seguiu para Goianira sobrevoando trechos da ferrovia. Dilma se reuniu por mais de duas horas com empresários dos consórcios envolvidos no empreendimento, que faz parte do PAC 2, a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento.
A ferrovia Norte-Sul foi iniciada em 1987, ainda no governo de José Sarney. A obra é comandada pela Valec, empresa ligada ao Ministério dos Transportes. De acordo com a pasta, já foram concluídos, no ramo norte da ferrovia, 215 quilômetros de Açailândia a Aguiarnópolis (TO) e 504 quilômetros de Aguiarnópolis a Palmas. As seções Central e Sul e o ramal de Anápolis seguem em obras.

Protesto

Do lado de fora do canteiro de obras, dezenas de professores de Goiás fizeram um protesto contra o governador Marconi Perillo. Eles entraram em greve depois que o governo alterou a forma de pagamento de gratificações sob a justificativa de que os gastos aumentaram devido ao piso nacional do magistério.

ANP diz que há novo vazamento da Chevron na Bacia de Campos...

A Agência Nacional do Petróleo informou nesta quinta-feira (15) que há um novo vazamento de petróleo na Bacia de Campos (RJ), no Campo Frade, a mesma região onde ocorreu, em novembro do ano passado, outro incidente envolvendo a petroleira americana Chevron.

A empresa americana anunciou em entrevista coletiva que protocolou autorização para suspender temporariamente as operações no Campo Frade, como medida de precaução. Foi identificado, além do novo vazamento, um rebaixamento de terreno numa área próxima, revelou o diretor de Assuntos Corporativos da Chevron, Rafael Jaen Williamson, ao ler a nota oficial da empresa. "A proposta de pedir a suspensão das atividades é entender o comportamento do Campo Frade e evitar uma surpresa".

O local do atual vazamento fica em uma área inativa a três quilômetros do poço onde aconteceu o vazamento da Chevron em novembro, de acordo com o executivo. A mancha foi identificada no último dia 4 e no dia 13 os técnicos da Chevron descobriram que se sua origem é de uma fissura de 800 metros de comprimento. Em seguida, notificaram a ANP. "É um afloramento de pequenas gotas e até agora já coletamos cinco litros", disse Williamson. Já foram colocados três dispositivos de contenção. "Estamos monitorando", disse o representante da Chevron.

A produção total do Campo Frade é de 61.500 barris por dia. A Chevron opera o campo e tem 51,74% de participação em Frade -- o resto cabe à Petrobras, com 30% e à Frade Japão petróleo Ltda, com 18,26%.
(Com reportagem de Carla Falcão, iG Rio de Janeiro e informações da Reuters)

Adote nutrientes que protegem o cérebro...

Adote nutrientes que protegem o cérebro
 
Ômega-3 e vitaminas se destacam como protetores da massa cinzenta diante do processo de envelhecimento
Publicado em 15/03/2012
Reportagem: SAÚDE - Edição: MdeMulher
 
Nozes e castanhas
Nozes e castanhas são fonte de vitamina E
Foto: Dercílio/SAÚDE

Uma equipe da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, nos Estados Unidos, recrutou 107 pessoas relativamente saudáveis com uma média de idade de 87 anos para averiguar o elo entre o cardápio e a preservação das funções cognitivas.

Os estudiosos mediram no sangue dos voluntários os níveis de uma série de nutrientes e ainda os submeteram a testes de raciocínio, bem como a exames de imagem do cérebro. Os melhores resultados foram visualizados nos participantes com maiores índices de ômega-3 e vitaminas B, C, D e E - e isso sugere que eles estão menos suscetíveis a doenças degenerativas.

"A associação observada legitima uma dieta balanceada, com peixes e vegetais, mas ainda não autoriza a suplementação de nutrientes com essa finalidade", diz o neurologista Ricardo Afonso Teixeira, do Instituto do Cérebro de Brasília.

Monte um cardápio que ajuda a proteger o cérebro com vitamina E (encontrada em nozes e castanhas); vitamina C (frutas cítricas); vitaminas B (carnes e cereais); vitamina D (peixes e laticínios); e ômega-3 (pescados como salmão e sardinha)

FIFA ditando as regras da Copa 2014 no Brasil sil sil...

Brasil reitera garantia à Fifa sobre venda de bebidas durante Copa
15 de março de 2012 16h03 atualizado às 16h18  
O ministério do Esporte reiterou nesta quinta-feira a garantia do governo brasileiro à Fifa para a venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa do Mundo de 2014. A permissão é uma flexibilização da legislação brasileira, que proíbe a venda de álcool segundo o estatuto do torcedor.

"O governo brasileiro garante e assegura à Fifa que 'não existem nem existirão restrições legais ou proibições sobre a venda, publicidade ou distribuição de produtos das afiliadas comerciais, inclusive alimentos e bebidas, nos estádios ou em outros locais durante as competições'", consta no trecho de uma nota divulgada à imprensa nesta tarde.

Na quarta, a base aliada do governo na Câmara dos Deputados retirou o apoio ao comércio de álcool nos estádios e a votação ficou suspensa até a próxima semana. Nesta sexta, a presidente Dilma Rousseff receberá no Palácio do Planalto o presidente da Fifa, Joseph Blatter. Presidente da Câmara, Marco Maia admitiu que havia "uma grande confusão" sobre o tema.

"O governo brasileiro garante ainda que 'aprovará (ou solicitará que o Congresso, autoridades estaduais ou locais aprovem) todas as leis, portarias, decretos e outros regulamentos especiais necessários para o cumprimento desta garantia, que serão promulgadas e executadas com maior brevidade possível (...), independentemente de qualquer mudança no governo do Brasil ou em seus representantes, ou qualquer mudança nas leis e regulamentos do Brasil'", cita o trecho.

A insistência da Fifa em permitir a venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo é baseada nos interesses de um dos patrocinadores do torneio. A cervejaria em questão é uma das grandes parceiras da entidade e faz força nos bastidores para que o texto seja liberado pelos políticos brasileiros.

Confira o comunicado do Ministério do Esporte:
O Ministério do Esporte esclarece que entre as garantias que o governo brasileiro assumiu com a FIFA, em 2007, está a que assegura a venda de bebidas alcoólicas nos estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.
Trata-se da Garantia número 8, referente à proteção e à exploração de direitos comerciais. Nesse item, o governo brasileiro garante e assegura à FIFA que "não existem nem existirão restrições legais ou proibições sobre a venda, publicidade ou distribuição de produtos das afiliadas comerciais, inclusive alimentos e bebidas, nos estádios ou em outros locais durante as competições".
Nos compromissos firmados, o governo brasileiro garante ainda que "aprovará (ou solicitará que o Congresso, autoridades estaduais ou locais aprovem) todas as leis, portarias, decretos e outros regulamentos especiais necessários para o cumprimento desta Garantia, que serão promulgadas e executadas com maior brevidade possível (...), independentemente de qualquer mudança no governo do Brasil ou em seus representantes, ou qualquer mudança nas leis e regulamentos do Brasil".
Essa garantia foi ratificada em 15 de junho de 2007 pelo presidente da República à época, Luiz Inácio Lula da Silva.
Por isso, essa garantia foi expressa tanto no Projeto de Lei enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional, quanto no substitutivo aprovado na Comissão Especial e encaminhado para votação no Plenário da Câmara dos Deputados. Na versão que está sendo analisada pela Câmara, a permissão de venda de bebidas está expressa nos artigos 28, 29 e 67. Portanto, o cumprimento integral das garantias firmadas pelo Brasil com a FIFA para sediar a Copa depende da aprovação do Projeto de Lei nos termos em que foi apresentado ao Plenário esta semana.
A mesma garantia referente à venda de bebidas durante os jogos de Copa do Mundo foi assegurada nas Copas anteriores à que o Brasil sediará. Tanto Rússia quanto Catar, próximos países que receberão a Copa, assinaram garantias equivalentes."
Ministério do Esporte

Com informações da Gazeta Esportiva

domingo, 11 de março de 2012

Vazamentos de pequeno porte sujaram os mares brasileiros este ano com 30 mil litros de óleo...

Pequeno ou grande, o derrame de óleo pode ter impactos duradouros na fauna e na flora marinhas, se ocorrerem perto da costa, e em alguns casos até condenar à morte o habitat atingido


Basta uma rápida busca no site do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para descobrir que só neste início de ano três acidentes envolvendo petróleo despejaram nos mares do país cerca de 30 mil litros de óleo.
A quantidade é pequena, sobretudo, se comparada ao vazamento de 480 mil litros de óleo na Bacia de Campos, no norte fluminense, em novembro passado, que continua a liberar gotículas de óleo, segundo a empresa responsável pelo acidente, a petroleira Chevron.
De acordo com o coordenador de Petróleo e Gás do Ibama, Cristiano Vilardo, ainda não há dados consolidados do número de vazamentos ocorridos em 2011, mas esses “certamente passam de algumas dezenas. A grande maioria, de vazamentos de pequeno porte (menos que 8 metros cúbicos) perante a legislação brasileira”.
O Ibama define como acidentes de grandes proporções aqueles acima de 200 mil litros derramados. Pequeno ou grande, o derrame de óleo pode ter impactos duradouros na fauna e na flora marinhas, se ocorrerem perto da costa, e em alguns casos até condenar à morte o habitat atingido. De acordo com o biólogo Abílio Soares, da Universidade Federal Fluminense (UFF), alguns vazamentos podem demorar mais de 30 anos para serem absorvidos pelo oceano. “Vai depender muito da característica e da magnitude de cada derrame. Mas as medidas devem ser imediatas para a contenção do óleo e limpeza e depois acompanhar as consequências para o ambiente”.
Em Tramandaí (RS), um acidente ocorrido em janeiro com uma monoboia da Petrobras liberou apenas 1.200 litros de óleo, mas seus impactos ainda são sentidos por cerca de 3.500 pescadores da região, de acordo com o pescador Valdomiro Hoffman e coordenador do Movimento Estadual dos Pescadores.
“Já limparam as praias, mas as larvas do camarão, matéria-prima que mais dá lucro para a gente, diminuíram muito de quantidade. Além disso, o acidente aconteceu no período da desova do bagre, que é um peixe muito importante para nós, foi muito prejudicada. Vai reduzir muito a nossa captura no inverno. Toda a bacia foi atingida”, lamentou o pescador.
De acordo com o representante do Ibama, 75 analistas ambientais trabalham no licenciamento federal de petróleo e gás, além de analistas distribuídos em todo o Brasil vinculados à Coordenação Geral de Emergências Ambientais, cujo número não foi informado.
“Não é possível precisar o número ideal de analistas para o trabalho de fiscalização e monitoramento. Muitos acidentes ocorrem por falha humana ou decisões equivocadas de projeto e não poderiam ser evitados com aumento da fiscalização in loco”.
O professor da oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco Gilvan Yogui concorda que a fiscalização in loco é realmente complicada, mas o número ainda assim é insuficiente para avaliar os planos das empresas para liberar os licenciamentos.
“Com mais funcionários, a avaliação fica mais criteriosa, há mais tempo para o fiscal se dedicar a um plano específico em vez de vários com prazos apertados. Se a fiscalização é menor as empresas tendem a afrouxar o cuidado com o meio ambiente. O volume de trabalho do pré-sal é muito maior do que o Ibama consegue administrar.”
Em 2011, o Ibama emitiu 624 licenças ambientais, um aumento de 32% em relação ao ano passado. A previsão do governo é que até 2020 haja um aumento de mais de 226% da produção de petróleo, passando de 2,325 milhões para 5,756 milhões de barris/dia.
Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam que, entre 2005 e 2009, apenas 0,6% das multas aplicadas pelo Ibama foram pagas.
O advogado especialista em direito ambiental Klaus Maciel elogiou a legislação ambiental brasileira, que segundo ele é eficiente e progressista, mas lamentou que ela não seja aplicada de forma eficiente devido a uma lógica antropocêntrica e mercantilista.
“Precisamos assumir a lógica do ecocentrismo. Não precisa esperar o dano ao homem para que o meio ambiente seja tutelado pelo estado. O fato de não ter causado prejuízos imediatos para o homem, não significa que não houve dano ambiental”.
O advogado criticou a falta de políticas públicas voltadas para a informação sobre os efeitos e a situação de risco que geram os produtos tóxicos utilizados na exploração e produção de petróleo.
“Uma sociedade desinformada não sabe os reais danos que um acidente envolvendo derrame de óleo pode causar ao ambiente e à população. Somente após ter acesso a essas informações, a sociedade pode escolher qual modelo de desenvolvimento energético é melhor para ela”. As informações são da Agência Brasil


Coca pode mudar fórmula de corante...

Coca pode mudar fórmula de corante
Por: GLOBO
São Paulo, SP – A fabricante de refrigerantes Coca-Cola informou que pode reduzir a quantidade de um químico encontrado no corante caramelo após ele ter sido considerado cancerígeno pela lei do estado norte-americano da California e por um estudo feito por um grupo de defesa do consumidor nos Estados Unidos.

Segundo as agências de notícias Reuters e AFP, tanto Coca-Cola quanto Pepsi vão fazer a redução na Califórnia. A assessoria de imprensa da Coca-Cola no Brasil informou que a medida “pode” ser tomada no estado norte-americano, mas afirmou que não se trata de uma alteração na fórmula.



“O corante caramelo utilizado em nossos produtos é absolutamente seguro. Coca-Cola não alterará sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não têm potencial para modificar a cor ou o sabor da Coca-Cola. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes sem, entretanto, ter alterado nossa fórmula secreta. Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade”, disse a Coca-cola, em nota. ‡ 

Pernambucanas é processada por 'trabalho escravo'...








O Ministério Público queria que a empresa aceitasse pagar uma multa de R$ 5 milhões e se comprometesse a assumir uma responsabilidade jurídica pela sua cadeia de fornecedores, afirmou a procuradora do Trabalho, Valdirene de Assis. "A Pernambucanas simplesmente não aceitou a responsabilidade que tem sobre a sua cadeia", disse. A informação da multa foi publicada ontem na coluna de Sonia Racy.
Desde julho de 2011, foram realizadas quatro audiências públicas entre o Ministério Público e a empresa para negociar os termos do TAC. Sem acordo, o órgão entrou com uma ação civil pública para tentar obrigar a empresa a se responsabilizar pelo cumprimento da lei trabalhista por seus fornecedores.
Flagrante
Duas oficinas de costura que produziam roupas das marcas Argonaut e Vanguard, da rede Pernambucanas, foram flagradas entre agosto de 2010 e março de 2011 com trabalhadores em condições análogas à escravidão, a maioria deles imigrantes bolivianos.
Segundo o Ministério Público, eles estavam em locais inapropriados, cumpriam jornadas de até 16 horas por dia e recebiam entre R$ 0,20 e R$ 0,60 por peça costurada. A empresa recebeu 41 autos de infração, como servidão por dívida, jornada de trabalho excessiva e degradação do meio ambiente.
Outras redes de varejo, como Zara, C&A e Marisa já foram investigadas por trabalho análogo à escravidão na sua cadeia produtiva. Todas, porém, assinaram Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público.
Como não há casos semelhantes na Justiça, o prazo e a sentença são imprevisíveis. O Ministério Público e a Pernambucanas podem firmar um acordo no Judiciário ou levar o caso a julgamento. Se a empresa for condenada, a punição determinada pelo juiz não necessariamente será nos termos propostos pelo Ministério Público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Passeata em Tóquio pede fim de usinas nucleares após tragédia em Fukushima...

Javier Picazo Feliú do Yahoo


Tóquio, 11 mar (EFE).- Milhares de japoneses pediram neste domingo em Tóquio o fim do uso da energia atômica no primeiro aniversário do acidente na usina nuclear de Fukushima, que despertou o fantasma da radioatividade no país e mantém mais de 80 mil pessoas longe de suas casas.
O foco dos protestos contra a energia nuclear foi o parque de Hibiya, em Tóquio, onde japoneses de todas as idades se reuniram trazendo chamativos cartazes.
A chamada "Grande Marcha de Tóquio" começou pouco depois que a multidão reunida prestou uma homenagem às vítimas com um minuto de silêncio na mesma hora em que há um ano aconteceu o terremoto de 9 graus na escala Richter, gerando um tsunami que tirou a vida de mais de 19 mil pessoas.
Em meio a uma forte presença policial que acompanhou de perto a passeata pelo distrito comercial de Ginza e a área de ministérios de Kasumigaseki, os participantes (45 mil segundo os organizadores e 6,8 mil segundo a polícia) foram divididos em grupos para não entupir as ruas em uma tarde ensolarada.
"Com Fukushima já tivemos o bastante", disse à Agência Efe Yuta Ito, de 24 anos e um dos que levou à marcha um cartaz pelo fim das usinas nucleares.
"Deveriam fechar todas as usinas nucleares. No Japão temos tecnologia para criar novas fontes de energia, mas o governo prefere a nuclear porque é mais barata", afirmou.
A crise nuclear levou ao decreto de uma zona de exclusão de 20 quilômetros em torno da usina de Fukushima Daiichi por conta da alta radiação, o que demandou a evacuação de todos os municípios dessa área, enquanto dezenas de milhares de pessoas abandonaram as regiões mais afastadas que também foram afetadas pela radioatividade.
Após o acidente nuclear, 52 dos 54 reatores nucleares do Japão foram fechados por segurança ou revisões rotineiras, o que disparou as importações de hidrocarbonetos e deu origem a apelos para um consumo responsável, amplificando as vozes que reivindicam fontes de energia alternativas.
Neste domingo, o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, indicou em entrevista coletiva que após avaliar os resultados dos testes de segurança se consultará com as autoridades locais para analisar a possível reabertura das usinas, embora tenha evitado estabelecer uma data.
Após Fukushima, o governo japonês indicou que reduzirá sua dependência da energia nuclear, mas as autoridades ainda não elaboraram um plano nem estabeleceram objetivos concretos.
Os manifestantes levavam cartazes que responsabilizavam diretamente a operadora da usina afetada, Tepco, e o gabinete de Noda pela tragédia nuclear, enquanto outros denunciavam a contaminação de alimentos e pediam a proteção da população, sobretudo as crianças.
No ano passado foram detectados na região próxima à usina carregamentos de carne, chá e cereais contaminados e, apesar da fiscalização que está sendo efetuada, muitos consumidores ainda olham com desconfiança para os alimentos produzidos na área.
Para atenuar os temores, em 1º de abril entrarão em vigor limites mais rigorosos para os alimentos como carne, legumes e pescado, cuja taxa máxima de césio radioativo não poderá superar os 100 bequeréis por quilo, um limite cinco vezes menor do que o atual.
"O que mais me preocupa são os alimentos. Não acho que se possa dizer que são 100% seguros", indicou à Efe Takeda, de 36 anos e integrante do coletivo "Jovens contra as usinas nucleares".
Ao término da manifestação, os participantes se reuniram em torno do edifício da Dieta (Parlamento japonês) para formar uma cadeia humana e pedir ao governo que abandone a energia atômica.
Inúmeros policiais vigiavam o estreito espaço pelo qual passava a longa fila, cujos integrantes levavam velas e pedidos para o Executivo.
Em dezembro do ano passado, o governo decretou que os reatores de Fukushima estavam em "parada fria", abaixo dos 100 graus centígrados, mas cerca de 3 mil trabalhadores ainda se esforçam todos os dias para manter a estabilidade e evitar vazamentos antes de retirar o combustível nuclear e desativar os reatores.
Estima-se que para extrair todo o combustível serão necessários aproximadamente 25 anos, aos quais será preciso somar outros 15 para fechar a usina. EFE


quinta-feira, 8 de março de 2012

Tempestade solar chega à Terra hoje e pode afetar equipamentos...

08/03/2012 03h22 - Atualizado em 08/03/2012 10h33

Tempestade solar chega à Terra hoje e pode afetar equipamentos

Nuvem de partículas expelidas pelo Sol atinge 7,2 milhões de km/h.
Fenômeno pode afetar comunicação, rede elétrica, transporte aéreo e GPS.

Uma forte tempestade geomagnética originária do Sol deve chegar nesta quinta-feira (8) à Terra. O fenômeno pode afetar redes elétricas, transportes aéreos e aparelhos de GPS e de comunicações, segundo especialistas norte-americanos.

Essa é provavelmente a mais violenta tempestade solar em quase seis anos, superando uma semelhante no final de janeiro, segundo Joseph Kunches, um meteorologista espacial que trabalha na Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos 
Estados Unidos (NOAA).A tempestade - uma gigantesca nuvem de partículas expelidas pelo Sol a cerca de 7,2 milhões de km/h - foi provocada por duas erupções solares, de acordo com os cientistas.
A perturbação solar, segundo Kunches, tem três estágios, dos quais dois já estão afetando a Terra.
Imagem fornecida pela Nasa mostra ‘labareda’ solar já em direção à Terra.  (Foto: Nasa / AP Photo)Imagem fornecida pela Nasa mostra ‘labareda’ solar já em direção à Terra. (Foto: Nasa / AP Photo)
Primeiro, duas labaredas solares, movendo-se quase à velocidade da luz, chegaram à Terra, na noite de terça-feira (6). Elas podem afetar transmissões de rádio.
Em seguida, a radiação solar atingiu, na quarta-feira (7), o campo magnético terrestre, com possível impacto sobre o tráfego aéreo, especialmente perto dos polos. Satélites e astronautas em caminhadas espaciais também estão sujeitos aos efeitos dessa fase, que pode durar vários dias.
Finalmente, a nuvem de plasma emitida pela ejeção de massa coronal - que é basicamente um pedaço grande da atmosfera solar - deve chegar na manhã de quinta à Terra.

O GPS comum, como o dos carros, não deve ser afetado, segundo Doug Biesiecker, da NOAA.
Essa fase pode afetar o funcionamento de redes elétricas, satélites, GPSs de alta precisão usados em operações petrolíferas e agrícolas, segundo os cientistas.
Kunches disse que o componente geomagnético da tempestade pode se antecipar um pouco por ocorrer logo depois de uma tempestade anterior, que saiu do Sol no domingo (4) e está atualmente castigando a magnetosfera terrestre. “Quando você já teve uma tempestade de ejeção de massa coronal, às vezes a próxima tempestade de ejeção de massa coronal é mais rápida em chegar aqui”, disse Kunches.
As tempestades podem produzir auroras polares. No Hemisfério Norte, o fenômeno poderia ser visto até em latitudes médias, como em Nova York.
Cientistas dizem que o Sol está numa fase de atividade ascendente no seu ciclo de 11 anos, e o pico está previsto para 2012
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Circo...

Hoje acordei pensando... O que seria do circo sem os palhaços? Tem gente que acha que inventa uma roda todo dia... Acaba não bRaZiU!