terça-feira, 30 de abril de 2013

Presos terão de trabalhar mais para ver TV na Grã-Bretanha...


Presos terão de trabalhar mais para ver TV na Grã-Bretanha

Atualizado em  30 de abril, 2013 - 07:49 (Brasília) 10:49 GMT
Detentos britânicos contarão com diversas restrições
Autoridades da Inglaterra e do País de Gales determinaram que presidiários terão de trabalhar mais para ter o direito a privilégios como o de assistir TV em suas celas.
Os detentos foram advertidos que o bom comportamento apenas "não será suficiente" para que eles "obtenham privilégios".

O secretário da Justiça britânico, Chris Grayling, defendeu a ação, dizendo que "no passado, nós enviamos a mensagem errada".TVs a cabo e TVs por satélite, disponíveis em algumas prisões particulares, serão inteiramente proibidas.
Entre outras mudanças figuram a introdução de um dia mais longo de trabalho para os presidiários, o veto a assistir filmes censurados para menores de 18 anos, condicionar o ato de passar mais tempo na academia de ginástica ao ato de estar "ativamente envolvido com o processo de reabilitação".

Uniformes

Além disso, presidiários terão de usar uniformes o tempo todo e as prisões terão mais poder para cobrar, de prisioneiros, ressarcimento por danos à propriedade na prisão.
As autoridades britânicas ainda estão discutindo possíveis mudanças em relação aos privilégios dados a presidiárias.
A diretora do Prison Reform Trust, Juliet Lyon, organização que defende reforma do sistema carcerário britânico, disse que era "perfeitamente razoável" pôr fim à assinatura de canais de TV por assinatura, bem como proibir "alguns detentos que cometeram crimes violentos de assistir filmes censurados para menores de 18 anos".
"Mas o uso do termo 'privilégios' é enganoso, já que implica que há muitos luxos na prisão, quando claramente não é esse o caso", afirma Lyon.
O importante, segundo a ativista, "é focar no que é eficaz e não no que parece ser duro. Não há provas de que medidas ditas duras são as que funcionam".

Vilarejo francês milionário pede ideias para gastar dinheiro...


Vilarejo francês milionário pede ideias para gastar dinheiro

Atualizado em  30 de abril, 2013 - 10:03 (Brasília) 13:03 GMT
Arfons | Foto: Prefeitura de Arfons
Prefeito decidiu consultar população sobre o que fazer com excesso de orçamento
Neste período de crise na Europa, em que governos municipais também são obrigados a cortar despesas, um vilarejo francês ficou "milionário” e não sabe mais onde gastar seu orçamento, quintuplicado em apenas três anos graças a um parque eólico instalado em sua área.
O orçamento anual de Arfons – pequeno vilarejo com somente 182 habitantes, situado no sudoeste da França e distante 60 quilômetros de Toulouse – passou de 400 mil euros (cerca de R$ 1,04 milhão) em 2009 para 2,3 milhões de euros (cerca de R$ 6,02 milhões) atualmente, disse o prefeito, Alain Couzinié, à BBC Brasil.
O aumento considerável da receita é decorrente dos impostos pagos pela empresa que administra o parque eólico instalado no vilarejo.
Com os novos recursos, o prefeito já renovou o salão de festas da cidade, comprou um ônibus escolar e terrenos para ampliar o cemitério. Também lançou projetos de renovação do sistema de esgoto e de água, que estão em fase avançada.
Novos armazéns para guardar equipamentos recentemente comprados, como tratores e máquinas para retirar neve, também foram adquiridos pelo governo municipal.

Consulta popular

Sem saber onde mais gastar o dinheiro sobrando, o prefeito de Arfons decidiu realizar uma consulta popular, e cerca de três semanas atrás, os moradores apresentaram em uma reunião pública suas ideias de melhorias para a cidade.
Arfons | Foto: Prefeitura de Arfons
Instalação de parque eólico fez orçamento de pequeno vilarejo no sudoeste da França quintuplicar
"No início, achei que as propostas seriam para fazer obras importantes, como construir uma piscina municipal ou um estádio”, disse o prefeito à BBC Brasil.
Mas os habitantes foram bem mais modestos e sugeriram apenas melhorias simples no cotidiano. A lista de sugestões inclui, por exemplo, programas de limpeza de excrementos de pombos ou para acolher gatos de rua e lutar contra vespas.
Embelezar a cidade com flores, instalar bancos públicos e um quebra-molas na estrada na entrada do vilarejo ou ainda renovar a antiga cabine telefônica feita de madeira também são algumas das ideias dos moradores para gastar o excedente orçamentário.

Bar

"No começo, fiquei decepcionado. Mas, depois, vi que são essas pequenas coisas que fazem a qualidade de vida dos moradores e são importantes para eles”, disse o prefeito à BBC Brasil.
Uma das principais reivindicações dos habitantes de Arfons foi a reabertura do único café do vilarejo.
"No começo, fui contrário à ideia porque não cabe a uma prefeitura administrar um bar, mas depois entendi que o lugar é importante para criar relações sociais”, diz Couzinié.
A prefeitura comprou os dois prédios onde funcionava o bar que, no passado, havia sido um hotel-restaurante e vai renová-los. O investimento total é de um milhão de euros, segundo o prefeito.
Couzinié conta que, primeiro, será reaberto o café, que poderá também ter uma clientela turística, já que Arfons se situa na área da Montanha Negra, que atrai muitas pessoas que fazem caminhadas na natureza.
"Depois, vamos abrir o restaurante e alguns comércios no local, como padaria e lojas de alimentos, que não existem mais em Arfons. Em uma terceira etapa, vamos criar alguns quartos para hospedagem”, disse o prefeito à BBC Brasil.

Obama divulga presentes recebidos em 2011; Brasil deu o segundo mais caro...


O Departamento de Estado americano divulgou nesta semana uma lista de presentes recebidos pelo presidente Barack Obama de líderes estrangeiros no ano de 2011.
Coube ao Brasil a segunda posição no ranking dos mais generosos, com uma fotografia do artista Vik Muniz intitulada "Marat (Sebastião)", avaliada em US$ 40 mil (R$ 80,1 mil), que faz releitura da obra "Marat Assassinado", de Jacques-Louis David.
O "mimo" foi entregue a Obama pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e, de acordo com a legislação, deverá ser doado para um museu, onde permanecerá em exposição.
O único que gastou mais foi o presidente do Gabão, Ali Bongo Ondimba, que deu ao americano uma escultura de uma máscara azul avaliada em US$ 52.695 (R$ 105,5 mil).

"Marat Sebastião" (2008), do artista plástico brasileiro Vik Muniz
Entre os outros presentes brasileiros estão uma escultura de madeira em forma de globo, com o Brasil em destaque, feita pelo artista Eduardo Eleutério, além de vários agasalhos esportivos, incluindo o da seleção brasileira de futebol, o do Flamengo e o do Fluminense, destinados não só a Obama mas também à sua mulher, Michelle, e às filhas do casal, Sasha e Malia.
Há ainda cópias das obras "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida, "Casa Velha", de Machado de Assis.
Outro presente que se destacada são duas caixinhas de joias dadas pela presidente Dilma Rousseff às filhas dos Obama, avaliadas em US$ 470 (R$ 941).
Conforme a listagem, a justificativa do governo americano para receber os presentes é o fato de que a recusa "causaria constrangimento ao doador e ao governo". Da lista constam ainda mais camisas, canetas, esculturas e diversos tapetes.

domingo, 10 de março de 2013

Gabarito das atividades complementares - apostila positivo...

3º ANO
Página 13
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2 - B
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11 - E
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Página 29
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14 - D
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2º ANO
Página 19
1 - A
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4 - C
6 - A
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13 - D
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1 - VVFF
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1º ANO
Página 7
5 - C
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5 - FFVFVVV
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Ranking dos políticos...

Vídeo muito legal indicado pela Mari (3º ano - Geração).
Assistam:

Só uma questão: manifestações são necessárias mesmo tendo uma eficácia reduzida em alguns casos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Transportes e preços 'seguram' Brasil em ranking de turismo...


Transportes e preços 'seguram' Brasil em ranking de turismo

Atualizado em  7 de março, 2013 - 08:31 (Brasília) 11:31 GMT BBC BRASIL
Trabalhadores atuam na contrução do Terminal 3 de Guarulhos (Reuters)
Copa e Olimpíada oferecem oportunidade de melhorias no setor de transporte
O Brasil avançou uma posição na edição de 2013 do Relatório de Competitividade em Viagem e Turismo, promovido pelo Fórum Econômico Mundial, mas seu desempenho no setor de transporte terrestre e em competitividade de preços ainda deixam a desejar, segundo o documento.
No ranking geral deste ano, o Brasil aparece na 51ª posição entre 140 países, tendo subido uma colocação em relação ao ano passado. Entre os países das Américas, o país ficou em sétimo lugar, ficando atrás de Estados Unidos, Canadá, Barbados, Panamá, México e Costa Rica.
O documento afirma que a rede de transporte terrestre brasileira ''permanece subdesenvolvida, com a qualidade das estradas, portos e ferrovias exigindo melhorias para se manter em dia com os desenvolvimentos econômicos do país''.O relatório avalia medidas e políticas adotadas por diferentes países e sua eficácia em estimular a indústria de viagem e turismo.
O Brasil é listado na 129ª colocação nesse setor, a mais baixa classificação brasileira entre as várias listadas no relatório.
Mas o relatório afirma que as preparações para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 ''oferecem oportunidades para superar o déficit de infraestrutura''.

Grupo divulga na web molde para fabricar arma com impressora 3D...


REPORTAGEM DA BBC BRASIL
Um grupo de americanos autodenominado Defense Distributed colocou na internet, para download gratuito, moldes de componentes de armas de assaltos, como o rifle automático AR-15, que podem ser usados em impressoras 3D.
Cada vez mais baratas, estas impressoras são capazes de construir peças a partir de originais, usados como moldes.
De acordo com o grupo Defense Distributed, os moldes online foram acessados mais de 10 mil vezes desde que foram colocados na internet, em 23 de fevereiro.
Mas defensores de maior controle à venda de armas dizem que, fabricados em casa, estes rifles podem cair nas mãos de quem não deveria ter acesso a eles, como criminosos, pessoas com problemas mentais ou com antecedentes de violência doméstica, e até mesmo crianças.

Veja vídeo na BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/03/130304_guns_rp.shtml

terça-feira, 5 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, presidente da Venezuela, aos 58 anos...


Reportagem do UOL
Ferrenho crítico do neoliberalismo e do governo dos Estados Unidos, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu aos 58 anos nesta terça-feira (5), vítima de um câncer na região pélvica, com o qual convivia há um ano e meio. Desde que sua enfermidade foi diagnosticada, em junho de 2011, Chávez passava longos períodos em Cuba, onde tratava a doença.
O anúncio oficial da morte de Chávez foi feito por volta das 18h50 (horário de Brasília) desta terça-feira (5) pelo vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Maduro afirmou que utilizará a prerrogativa de um dispositivo militar e policial especial para garantir a paz do país após a morte de Chávez.
"Será desencadeada uma união especial de toda a Força Armada Nacional Bolivariana, da Polícia Nacional Bolivariana, que neste exato momento está em execução para acompanhar e proteger nosso povo", disse Maduro durante um pronunciamento em rede nacional para rádio e televisão.
Por volta das 19h20, o comandante das Forças Armadas da Venezuela convocou todas as forças disponíveis no país para garantir a segurança de todos os cidadãos venezuelanos e o cumprimento da Constituição do país.
Ampliar

Conheça a trajetória do venezuelano Hugo Chávez48 fotos

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Chávez tem três filhas e um filho -- três são fruto do casamento com Nancy Colmenares e uma nasceu da união com a jornalista Marisabel Rodríguez, de quem se separou em 2003. Na foto, ele posa em Caracas com Rosa Virgínia (à esq.) e María Gabriela. As duas, ao lado de Hugo Rafael, são fruto do primeiro casamento. A filha dele com Marisabel se chama Rosinés David Fernández/EFE ? 15.07.2011

Charge do Passa Palavra...


Do site Passa Palavra (http://passapalavra.info)

Restrição do Mercúrio...


ONU firma pacto com países para restringir uso do mercúrio


Mais de 140 países, entre eles o Brasil, firmaram um pacto mundial com a ONU (Organização das Nações Unidas) para restringir o uso do mercúrio, um metal altamente tóxico que se usa em objetos cotidianos como pilhas, lâmpadas e cosméticos.



Assista o vídeo no site da FOLHA DE SÃO PAULO: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/1240851-onu-firma-pacto-com-paises-para-restringir-uso-do-mercurio.shtml

Ditadura na Europa...

Ditadura na Europa

por Juan Torres López
Cartoon de Malagon.Nem 24 horas se passaram desde o encerramento das urnas na Itália e Angela Merkel ditou o que é preciso continuar a fazer ali. O porta-voz do seu partido afirmou que seja qual for o governo que se forme só admitirá um caminho a seguir, o das reformas de Monti. E o seu ministro da Economia reiterou que não há mais alternativas senão as medidas que executava o presidente-banqueiro que agora foi fragorosamente derrotado nas eleições.

Não há forma mais clara de afirmar que o que disseram os cidadãos através do voto é que se estão a marimbar para aqueles que hoje em dia converteram a Europa numa ditadura de facto.

Na Europa está a desmantelar-se a democracia e é lógico que isto esteja a ocorrer. É a única maneira que as autoridades têm de garantir que se possam continuar a aplicar políticas cujo fracasso é indisfarçável e assim beneficiar uma minoria muito poderosa que vive de um modelo social desigual e injusto.

O relatório de Inverno apresentado há alguns dias pelo comissário da Economia, Olli Rehn, demonstra claramente que os resultados das políticas que se vêm impondo são totalmente distintos do que disseram que iam conseguir quando as anunciavam como nossa salvação. Tudo é ao contrário do que haviam previsto: o crescimento é menor, o desemprego aumentou, os bancos não financiam, as empresas continuam a fechar, o défice e a dívida crescem e ao invés de recuperar-se a economia europeia entra em recessão.

Os danos sociais que isto provoca aumentam em todos os países, sem excepção. Os indicadores que o Eurostat, o gabinete de estatística europeu, apresentou esta semana mostram que já quase um de cada quatro europeus (24,2%) e uns 27% dos jovens menores de 18 anos está em risco de pobreza ou exclusão social. Percentagens que são terrivelmente mais altas em alguns países da União Europeia, como a Bulgária (49,1 e 51,8%), onde as pessoas na rua acabam de derrubar o governo. E que alcançam proporções siderais quando se dão em famílias de baixos níveis de estudos. Neste caso, a percentagem de menores de 18 anos em risco de pobreza monetária no conjunto da UE é de 49,2%, de 76,2% na Chéquia ou de 78,3% na Roménia. Inclusive em países que sempre havíamos considerado a vanguarda do progresso está a começar a ser desencadeada a pobreza infantil e juvenil em famílias com baixo nível de estudos: 54,4% na Suécia, 52,5% em França ou 55,1% na Alemanha. A única coisa que avança na Europa é a concentração do rendimento e o peso dos rendimentos do capital no conjunto dos rendimentos.

E o problema maior que tudo isto está a provocar é que a deterioração económica está a deixar de ser conjuntural. Estamos a ponto de cruzar uma fronteira a partir da qual os danos, em forma de destruição de tecido empresarial, de emprego, de inovação e de capital físico, social, investigador e humano para o investimento futuro são irreversíveis. Por isso é dramático que os líderes europeus se fechem em copas perante qualquer sinal de reforma que não seja as que eles apregoam como representantes dos grandes capitais, cujos negócios ajudam e gerir quer no âmbito público como no privado através das portas giratórias que funcionam tão bem sob o seu mandato.

A Alemanha está a cometer com a Europa o mesmo erro que com ela cometeram os países europeus que a venceram na Primeira Guerra Mundial. Então, foi-lhe imposta uma política de reparações que criou o demónio que anos mais tarde incendiou todo o continente e agora os alemães emprenham-se em impor uma política de austeridade que não só é injusta e tosca como também é impossível que possa ter êxito. Mais uma vez, ateiam fogo à Europa.

As exigências alemãs para que os demais países continuem a reduzir salários e exportem cada vez mais são simplesmente estúpidas. É materialmente inviável que todos os países se especializem da mesma forma e que todos possam ter vantagens se se dedicarem a desenvolver a mesma estratégia. É um engano porque oculta que assim só se beneficiam as grandes corporações exportadoras à custa do empobrecimento de todo o mercado interno europeu. E o empenho em reduzir despesas públicas é paranóico porque o que na verdade a cada dia gera mais dívida são os juros por culpa de um banco central europeu que não o é.

O impressionante, contudo, é que não há reacção potente dos governos de países europeus que vêem como esta estratégia afunda suas economias e destroça suas sociedades. Inclusive uma grande potência como a França assume-a sem sequer refilar. A Espanha tem um peso suficiente na Europa para forçar mudanças, mas nem sequer tenta. E assim um atrás do outro, pois não parece que ao novo governo italiano se vá dar muita capacidade de manobra.

As imposições da Merkel e do capital alemão já são muito mais do que um empenho ideológico. Não vale recorrer outra vez ao santo temor alemão à inflação ou ao seu conceito pecaminoso de dívida. São as suas políticas que alentam um poder de mercado que arrasa o poder aquisitivo da imensa maioria das famílias europeia ou os que impõem um banco central que é a fonte real do incremento do défice e da dívida.

O que há por trás de tudo isto é a decisão de salvaguardar o poder financeiro acima de qualquer outra vontade e a vontade firme de saltar em estilo toureiro as preferências dos povos, e de evitar o que dizem nas urnas. Mas vamos deixar de dissimulações. Isso já conhecemos na Europa e chama-se ditadura. 
28/Fevereiro/2013

O original encontra-se em http://juantorreslopez.com/impertinencias/dictadura-en-europa/ 

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

sábado, 2 de março de 2013

A longevidade é necessariamente uma coisa boa?


A longevidade é necessariamente uma coisa boa?

Atualizado em  1 de março, 2013 - 13:54 (Brasília) 16:54 GMT
Todos anos, aumenta o número de pessoas idosas tanto nos países desenvolvidos como nas nações em desenvolvimento, graças às descobertas da medicina moderna para atrasar as fronteiras da morte, mas a longevidade é necessariamente uma coisa boa?
Na Califórnia, a forma física é levada a um extremo. Há lojas em Beverly Hills, local conhecido por sua obsessão com a imagem, apinhadas com comprimidos e fórmulas que visam prolongar a vida. Em Santa Monica, há tantos programas de treinamento ''boot camp'' e tantas sessões de ioga em parques públicos que autoridades locais já pensam em impor um limite.e
''Na Califórnia, você pessoas se exercitando às 5h15 e isso ou faz bem a eles ou faz parte de uma psicose neurótica séria na qual eles estão infelizes porque estão ficando mais velhos'', afirma Ed Saxon, que produziu o filme Fast Food Nation, em 2006.
''Uma pessoa de 55 anos imaginando que se parece com alguém de 25, se submetendo a cirurgias e se exercitando fanaticamente para que isso aconteça, tudo isso me parece uma má ideia. A obsessão em parecer mais jovem do que você realmente é."
Além da loucura em torno da forma física, existem os conselhos incessantes em torno do que se deve comer para se permanecer jovem. Eu deveria tomar mirtilo, couve batida ou comer torrada sem glúten? E vinho tinto faz bem para mim ou não? E quanto a chocolate?
Pode ser desconcertante, mas o objetivo é claro. A morte tem de ser adiada o máximo possível.

Incapacidade prolongada

''Nos Estados Unidos, se assume como fato que a longevidade é algo bom'', afirma Susan Jacoby, autora do livro Never Say Die (Nunca Diga Morrer, em tradução literal).
''Muito dessa crença irracional de que há coisas que você pode fazer para se assegurar contra a velhice e a doença tem a ver com o fato de que nós, nos Estados Unidos, realmente não gostamos de envelhecer'', comenta a escritora.
Jacoby, de 67 anos, faz duras críticas ao que chama de ''lixo sobre estilo de vida'' e ''lixo de suplementos alimentares''.
''Se você for olhar com mais atenção para essas pessoas que te dizem que você pode ser uma pessoa saudável aos 120, existe um homem ou uma mulher vendendo alguma coisa'', comenta.
A verdade, diz a autora, é que a maior parte das pessoas que vivem além dos 90 irão morrer após passar ''um período prolongado de incapacidade''.
''Nós estamos acreditando nesse mito de que como estamos atualmente mais saudáveis do que nunca aos 67 anos, estaremos assim também aos 87 ou aos 97. Mas a verdade é que graças a alguns avanços duvidosos da medicina moderna, que mantém pessoas vivas não importa o quê, é que será preciso refletir mais sobre como cuidar dessas pessoas.''

Em 1980, James Fries, professor de medicina da Universidade de Stanford, anteviu uma sociedade em que doenças crônicas seriam adiadas e reduzidas. Nessa sociedade, pessoas levariam vidas saudáveis e morreriam de forma relativamente rápida, reduzindo a quantidade de deficiência e incapacidade.
Fries chamou a isso de ''morbidez comprimida'' e seu trabalho foi creditado como o marco das origens do paradigma moderno para se envelhecer de forma saudável.
O problema é que é mais fácil aconselhar pacientes sobre como prolongar suas vidas saudáveis do que reduzir qualquer período de saúde em declínio.

Boa morte

Joseph e Anne Gias são um casal saudável na faixa dos 60 anos, mas eles se preocupam com os percalços da velhice. ''Não quero passar dos 80. Eu creio que entre os 80 e os 85 as pessoas se deterioram muito. Já vi muita deterioração nessa faixa etária e não quero que isso aconteça comigo'', afirma Anne.
A despeito dos temores de Anne, há exemplos de pessoas que levaram vidas longas e saudáveis. Quando Besse Cooper morreu em dezembro do ano passado, aos 116 anos, ela era a mulher mais velha do mundo.
De acordo com relatos, ela estava com uma saúde incrível e nunca se queixou de dores. Ela levava uma vida ativa e se recusava a comer ''porcarias''.
No seu último dia de vida, ela comeu um generoso café da manhã, fez o cabelo e viu um vídeo de Natal com amigos.
Besse morreu em paz à tarde, após ter sofrido problemas respiratórios. Ela é um raro, mas bom exemplo da morbidez comprimida, a que se referia James Fries - uma vida longa e saudável e uma boa morte.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

18 e 19 de fevereiro... mortos na Síria...


Agências humanitárias alertam para alto número de crianças mortas na Síria

Atualizado em  27 de fevereiro, 2013 - 00:00 (Brasília) 03:00 GMT BBC BRASIL
Agências humanitárias internacionais se mostraram "chocadas" com o alto número de crianças mortas na Síria na semana passada.
Ao menos 70 crianças morreram em decorrência dos ataques com mísseis perpetrados pelo regime em áreas residenciais da cidade de Aleppo no dias 18 e 19 de fevereiro – muitos bairros foram reduzidos a escombros.
Os números foram levantados durante uma investigação da ONG internacional Human Rights Watch que apontou ainda a morte de 140 civis.
Ao mesmo tempo, a Unicef, agência das Nações Unidas ligadas à infância, condenou a morte de ao menos 20 crianças que estavam em sala de aula numa escola primária da capital síria, Damasco, no dia 21 de fevereiro, durante a explosão de um carro-bomba.
Segundo a ONU, mais de 70 mil pessoas já morreram no país na guerra civil entre o regime do presidente Bashar al-Assad e os rebeldes, que exigem sua renúncia, e que já dura quase dois anos.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Eleições na Itália...


Entenda as eleições na Itália

Atualizado em  24 de fevereiro, 2013 - 07:39 (Brasília) 10:39 GMT BBC BRASIL
Italianos votam de olho na recuperação econômica do país, que vive uma de suas piores crises.
Os italianos vão às urnas neste domingo e segunda-feira (24 e 25 de fevereiro) para votar em eleições parlamentares antecipadas. Das urnas deve surgir um novo primeiro ministro, que terá ou de conduzir a recuperação econômica do país, ou de lidar com o agravamento da crise econômica europeia.
Realizada três meses antes da data prevista, as eleições foram convocadas após o Partido Povo da Liberdade (PDL, na sigla em italiano), do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, retirar seu apoio ao governo tecnocrático de Mario Monti.
Como promessas de campanha, o ex-premiê tem manifestado a intenção de reverter algumas das políticas de cortes e medidas de austeridade implementadas por Monti, que são impopulares entre os eleitores.Pesquisas de opinião mostram que o partido de Berlusconi, que renunciou em meio a uma série de escândalos sexuais e fraude fiscal, tem se saído bem entre as intenções de voto.

Quais são os principais partidos e seus líderes?

Uma das forças é a coalizão de centro-esquerda liderada pelo ex-comunista Pier Luigi Bersani, do Partido Democrático (PD), que formou aliança com a Esquerda, Ecologia e Liberdade (SEL, na sigla em italiano).
Já o grupo de Berlusconi é composto por uma aliança entre o seu PDL e a Liga Norte, de extrema direita. Alvo de polêmicas, o magnata da mídia já foi primeiro-ministro da Itália por três vezes. A Liga Norte é chefiada por Roberto Maroni.
A terceira principal força é a coalizão de centro liderada pelo atual premiê, Mario Monti, que formou um governo tecnocrático após a renúncia de Berlusconi, com a missão de salvar o país da crise da zona do euro.
Esse grupo inclui o partido de Monti, conhecido como Escolha Cívica, os Cristãos-Democratas e um partido de centro-direita menor, chamado Futuro e Liberdade para a Itália. Monti é um senador vitalício no Congresso italiano e por isso não está concorrendo pessoalmente. No entanto, ele pode ter um papel central na campanha e poderia retornar ao posto de primeiro-ministro caso sua coalizão saia vencedora nas urnas.
Chama atenção ainda o Movimento Cinco Estrelas, ou M5S. Trata-se do grupo criado pelo comediante Beppe Grillo, que acabou se tornando uma liderança política e se saído bem nas eleições regionais. O grupo é visto como "curinga" nas eleições.

Cuba...


Raul Castro defende abertura, não capitalismo, em Cuba

Raul Castro discursa na Assembleia cubana (Foto: Raquel Perez)
Castro: 'Não me elegeram presidente para restaurar o capitalismo'
O presidente de Cuba, Raúl Castro, defendeu mudanças no regime cubano, sem abrir mão do socialismo.
Em um discurso de duas horas encerrando os trabalhos da Assembleia Nacional, no sábado, Raul Castro disse que não foi eleito para "restaurar o capitalismo em Cuba", mas reconheceu que foi um erro "estatizar quase toda a atividade econômica do país".
"Temos o dever fundamental corrigir os erros que cometemos nessas cinco décadas de construção do socialismo em Cuba", afirmou o líder cubano.
Castro lembrou que tanto Karl Marx quanto Vladimir Lênin, ideólogos do comunismo, definiram que o Estado só deveria "manter a propriedade sobre os meios fundamentais de produção".
Entretanto, o presidente cubano estabeleceu o limite das mudanças. "O planejamento, e não o mercado, será o traço definitivo da economia e não se permitirá a concentração da propriedade. Mais claro que isso, nem água

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Vilas do câncer na China...


China admite que pode ter 'vilas do câncer'

Atualizado em  22 de fevereiro, 2013 - 12:14 (Brasília) 15:14 GMT BBC BRASIL
O Ministério do Meio Ambiente da China parece ter reconhecido pela primeira vez que altos níveis de poluição podem estar relacionados à elevada incidência de casos de câncer em algumas localidades do país.
Há quatro anos, um jornalista publicou um mapa que identificava essas localidades e as chamava de "vilas do câncer".
O reconhecimento foi feito em um relatório do ministério, publicado em um momento em que está ganhando força no país um debate sobre os problemas causados pela poluição e o lixo industrial resultantes do modelo de desenvolvimento chinês.
Meios de comunicação chineses têm divulgado relatos e dados mostrando que a incidência de câncer nesses vilarejos situados perto de fábricas e rios poluídos disparou nas últimas décadas.
Em seu relatório, o Ministério do Meio Ambiente da China também menciona que as indústrias chinesas podem usar algumas substâncias químicas proibidas em países desenvolvidos por serem consideradas nocivas à saúde humana

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Microapartamentos... aumento da densidade demográfica...


Microapartamentos: o 'futuro' chegou a SP?

Atualizado em  19 de fevereiro, 2013 - 09:04 (Brasília) 12:04 GMT
Projeto de apartamento da Vitacon (Foto Divulgação)
Microquitinete em Perdizes: área útil pequena, mas amplo lazer e serviços
Pela lei brasileira, cada preso deve ter um mínimo de 6m² nos centros de detenção do país. Mas se um casal resolver morar em um dos microapartamentos de luxo lançados nos últimos meses em bairros nobres de São Paulo pode ter apenas o dobro desse espaço per capita para chamar de "lar, doce lar".
Segundo um levantamento feito para a BBC Brasil pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), em 2012 foram lançados na cidade de São Paulo um total de 2.818 unidades residenciais de menos de 35m², um aumento de mais de 16 vezes em relação a 2008 (quando os lançamentos totalizaram 169 unidades).

Além disso, os imóveis projetados para abrigar famílias estão cada vez menores. Hoje não é raro encontrar um lançamento de dois quartos com algo em torno de 55 m², por exemplo, o que ajuda a movimentar o filão dos móveis dobráveis e das revistas especializadas nos "segredos" da decoração de espaços pequenos.Só para citar alguns exemplos, a incorporadora e construtora Vitacon acaba de lançar um imóvel de 25 m² na Vila Olímpia e outro de 21 m² em Perdizes; a MAC lançou o empreendimento "Now" no Alto da Boa Vista, que tem alguns apartamentos de 31 m²; e a Fernandez Mera promete entregar em abril o Vila Nova Concept, na Vila Nova Conceição, que tem estúdios de até 30 m² em edifícios com SPA, academia, home theater e espaço gourmet.
"Por volta de 2007 e 2008 houve um grande número de lançamentos de apartamentos de três ou quatro dormitórios", explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp. "Agora, a surpresa são esses microapartamentos, que não raro se apresentam como empreendimentos de luxo, ficam em bairros bem localizados e oferecem serviços e área de lazer."
Segundo Pompéia, os apartamentos de até 35 m² visam atender a uma demanda criada, de um lado, por mudanças sociais e demográficas, como a redução do tamanho das famílias brasileiras, o aumento do número de solteiros e o envelhecimento da população, que infla o grupo dos idosos morando sozinhos.
Do outro, pelo aumento dos preços de imóveis e terrenos na cidade - que torna unidades maiores inacessíveis a muitas parcelas da população.
O crescimento econômico dos últimos anos motivou mais pessoas a correrem atrás do sonho da casa própria. Mas em muitos casos - e principalmente se quiserem morar em regiões centrais - o único que elas podem bancar é o microapartamento próprio.
Microapartamentos no Japão (ON Design - Museum of the City of New York)
Microapartamentos japoneses de Osamu Nishida, expostos no Museu da Cidade de Nova York
Muitos empreendimentos também são oferecidos como opção de investimento. Segundo as empresas, os compradores poderiam lucrar alugando os imóveis para estudantes, executivos e estrangeiros. Pompéia, porém, recomenda cautela e diz que só uma análise caso a caso pode dizer se trata-se de um bom negócio.

'Futuro?'

A capital paulista não está sozinha nessa "onda dos microapartamentos".
Até os anos 90, relatos sobre os "miniflats" japoneses ainda causavam espanto em diversos países. Hoje, a redução progressiva do tamanho das moradias ocupadas por famílias e profissionais de classe média é uma tendência em regiões centrais de metrópoles dos mais variados cantos do globo - dos EUA ao Canadá e Grã-Bretanha - o que vem alimentando uma série de polêmicas e debates.
Afinal, o homem está preparado para viver em espaços que na geração passada correspondiam a uma sala ou duas vagas grandes de garagem (25 m²)? Qual o limite para a redução dos espaços das moradias humanas?

Sean Griffiths

"Se todos quisessem morar em pequenas comunidades em áreas verdes não haveria mais áreas verdes"
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, é um dos que acreditam que o miniapartamento é o futuro inevitável do mercado imobiliário das grandes metrópoles - ou a pequena solução para os grandes problemas de falta de moradia e preços exorbitantes dos imóveis atualmente disponíveis.
Hoje, o aluguel de um studio em Manhatan gira em torno de US$ 2.700 (R$ 5.300). Desde 1987, uma lei proíbe a construção de moradias de menos de 37 m² - e até pouco tempo a regra só podia ser quebrada para as "moradias sociais", que abrigam populações vulneráveis.
Bloomberg, porém, resolveu abrir uma exceção para um projeto piloto de cubículos habitáveis. Um concurso foi lançado no ano passado - o "adAPT" - e o microapartamento vencedor, um projeto com 55 unidades que têm de 23 m² a 34 m², deve ficar pronto em 2014. Se for bem recebido pelo mercado e a população, a ideia é que a lei seja mudada.

Inovações

Antes disso, porém, os finalistas do adAPT podem ser conferidos na exposição Making Room ("Abrindo Espaço") organizado no Museu da Cidade de Nova York para expôr as inovações arquitetônicas e de design que fariam dos microapartamentos soluções viáveis para a questão da moradia no século 21, segundo entusiastas.
A exposição tem um modelo em escala natural de uma microquitinete com móveis versáteis - como uma cama que pode ser escondida na parede, liberando espaço para uma sala. Também inclui o projeto de um apartamento especialmente desenhado para grupos de solteiros - dividido em áreas comuns compartilhadas e áreas privativas reduzidas.
"Além disso, expusemos projetos já construídos em outras cidades e países", disse à BBC Brasil o curador da exposição, Donald Albrecht, especialista em design e arquitetura.
Microapartamento em Hong Kong (Foto Divulgação)
Apartamento com paredes móveis projetado por Gary Chang está em Hong Kong
O arquiteto Gary Chang, por exemplo, projetou em Hong Kong um miniflat com paredes móveis, que escondem utensílios e podem criar 24 ambientes diferentes em uma área mínima. Outros projetos exibem janelas amplas, pés direitos altos e uma infinidade de estratagemas para ampliar a "sensação de espaço".
"Hoje há uma série de profissionais trabalhando no aprimoramento de microapartamentos em lugares como Vancouver e Montreal, no Canadá, Seattle e San Diego, nos EUA, Tóquio e Hong Kong, onde eles já são uma realidade", diz Albrecht.
A cidade de San Francisco em novembro mudou sua regulamentação para reduzir o limite mínimo de tamanho dos imóveis para 20 m².
"É difícil pensar em uma solução para o problema de moradia nas metrópoles modernas, superpopuladas, que não passe pela quitinete", acredita Albrecht.

Circo...

Hoje acordei pensando... O que seria do circo sem os palhaços? Tem gente que acha que inventa uma roda todo dia... Acaba não bRaZiU!