domingo, 10 de março de 2013

Gabarito das atividades complementares - apostila positivo...

3º ANO
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2º ANO
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1º ANO
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Ranking dos políticos...

Vídeo muito legal indicado pela Mari (3º ano - Geração).
Assistam:

Só uma questão: manifestações são necessárias mesmo tendo uma eficácia reduzida em alguns casos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Transportes e preços 'seguram' Brasil em ranking de turismo...


Transportes e preços 'seguram' Brasil em ranking de turismo

Atualizado em  7 de março, 2013 - 08:31 (Brasília) 11:31 GMT BBC BRASIL
Trabalhadores atuam na contrução do Terminal 3 de Guarulhos (Reuters)
Copa e Olimpíada oferecem oportunidade de melhorias no setor de transporte
O Brasil avançou uma posição na edição de 2013 do Relatório de Competitividade em Viagem e Turismo, promovido pelo Fórum Econômico Mundial, mas seu desempenho no setor de transporte terrestre e em competitividade de preços ainda deixam a desejar, segundo o documento.
No ranking geral deste ano, o Brasil aparece na 51ª posição entre 140 países, tendo subido uma colocação em relação ao ano passado. Entre os países das Américas, o país ficou em sétimo lugar, ficando atrás de Estados Unidos, Canadá, Barbados, Panamá, México e Costa Rica.
O documento afirma que a rede de transporte terrestre brasileira ''permanece subdesenvolvida, com a qualidade das estradas, portos e ferrovias exigindo melhorias para se manter em dia com os desenvolvimentos econômicos do país''.O relatório avalia medidas e políticas adotadas por diferentes países e sua eficácia em estimular a indústria de viagem e turismo.
O Brasil é listado na 129ª colocação nesse setor, a mais baixa classificação brasileira entre as várias listadas no relatório.
Mas o relatório afirma que as preparações para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 ''oferecem oportunidades para superar o déficit de infraestrutura''.

Grupo divulga na web molde para fabricar arma com impressora 3D...


REPORTAGEM DA BBC BRASIL
Um grupo de americanos autodenominado Defense Distributed colocou na internet, para download gratuito, moldes de componentes de armas de assaltos, como o rifle automático AR-15, que podem ser usados em impressoras 3D.
Cada vez mais baratas, estas impressoras são capazes de construir peças a partir de originais, usados como moldes.
De acordo com o grupo Defense Distributed, os moldes online foram acessados mais de 10 mil vezes desde que foram colocados na internet, em 23 de fevereiro.
Mas defensores de maior controle à venda de armas dizem que, fabricados em casa, estes rifles podem cair nas mãos de quem não deveria ter acesso a eles, como criminosos, pessoas com problemas mentais ou com antecedentes de violência doméstica, e até mesmo crianças.

Veja vídeo na BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/03/130304_guns_rp.shtml

terça-feira, 5 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, presidente da Venezuela, aos 58 anos...


Reportagem do UOL
Ferrenho crítico do neoliberalismo e do governo dos Estados Unidos, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu aos 58 anos nesta terça-feira (5), vítima de um câncer na região pélvica, com o qual convivia há um ano e meio. Desde que sua enfermidade foi diagnosticada, em junho de 2011, Chávez passava longos períodos em Cuba, onde tratava a doença.
O anúncio oficial da morte de Chávez foi feito por volta das 18h50 (horário de Brasília) desta terça-feira (5) pelo vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Maduro afirmou que utilizará a prerrogativa de um dispositivo militar e policial especial para garantir a paz do país após a morte de Chávez.
"Será desencadeada uma união especial de toda a Força Armada Nacional Bolivariana, da Polícia Nacional Bolivariana, que neste exato momento está em execução para acompanhar e proteger nosso povo", disse Maduro durante um pronunciamento em rede nacional para rádio e televisão.
Por volta das 19h20, o comandante das Forças Armadas da Venezuela convocou todas as forças disponíveis no país para garantir a segurança de todos os cidadãos venezuelanos e o cumprimento da Constituição do país.
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Conheça a trajetória do venezuelano Hugo Chávez48 fotos

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Chávez tem três filhas e um filho -- três são fruto do casamento com Nancy Colmenares e uma nasceu da união com a jornalista Marisabel Rodríguez, de quem se separou em 2003. Na foto, ele posa em Caracas com Rosa Virgínia (à esq.) e María Gabriela. As duas, ao lado de Hugo Rafael, são fruto do primeiro casamento. A filha dele com Marisabel se chama Rosinés David Fernández/EFE ? 15.07.2011

Charge do Passa Palavra...


Do site Passa Palavra (http://passapalavra.info)

Restrição do Mercúrio...


ONU firma pacto com países para restringir uso do mercúrio


Mais de 140 países, entre eles o Brasil, firmaram um pacto mundial com a ONU (Organização das Nações Unidas) para restringir o uso do mercúrio, um metal altamente tóxico que se usa em objetos cotidianos como pilhas, lâmpadas e cosméticos.



Assista o vídeo no site da FOLHA DE SÃO PAULO: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/1240851-onu-firma-pacto-com-paises-para-restringir-uso-do-mercurio.shtml

Ditadura na Europa...

Ditadura na Europa

por Juan Torres López
Cartoon de Malagon.Nem 24 horas se passaram desde o encerramento das urnas na Itália e Angela Merkel ditou o que é preciso continuar a fazer ali. O porta-voz do seu partido afirmou que seja qual for o governo que se forme só admitirá um caminho a seguir, o das reformas de Monti. E o seu ministro da Economia reiterou que não há mais alternativas senão as medidas que executava o presidente-banqueiro que agora foi fragorosamente derrotado nas eleições.

Não há forma mais clara de afirmar que o que disseram os cidadãos através do voto é que se estão a marimbar para aqueles que hoje em dia converteram a Europa numa ditadura de facto.

Na Europa está a desmantelar-se a democracia e é lógico que isto esteja a ocorrer. É a única maneira que as autoridades têm de garantir que se possam continuar a aplicar políticas cujo fracasso é indisfarçável e assim beneficiar uma minoria muito poderosa que vive de um modelo social desigual e injusto.

O relatório de Inverno apresentado há alguns dias pelo comissário da Economia, Olli Rehn, demonstra claramente que os resultados das políticas que se vêm impondo são totalmente distintos do que disseram que iam conseguir quando as anunciavam como nossa salvação. Tudo é ao contrário do que haviam previsto: o crescimento é menor, o desemprego aumentou, os bancos não financiam, as empresas continuam a fechar, o défice e a dívida crescem e ao invés de recuperar-se a economia europeia entra em recessão.

Os danos sociais que isto provoca aumentam em todos os países, sem excepção. Os indicadores que o Eurostat, o gabinete de estatística europeu, apresentou esta semana mostram que já quase um de cada quatro europeus (24,2%) e uns 27% dos jovens menores de 18 anos está em risco de pobreza ou exclusão social. Percentagens que são terrivelmente mais altas em alguns países da União Europeia, como a Bulgária (49,1 e 51,8%), onde as pessoas na rua acabam de derrubar o governo. E que alcançam proporções siderais quando se dão em famílias de baixos níveis de estudos. Neste caso, a percentagem de menores de 18 anos em risco de pobreza monetária no conjunto da UE é de 49,2%, de 76,2% na Chéquia ou de 78,3% na Roménia. Inclusive em países que sempre havíamos considerado a vanguarda do progresso está a começar a ser desencadeada a pobreza infantil e juvenil em famílias com baixo nível de estudos: 54,4% na Suécia, 52,5% em França ou 55,1% na Alemanha. A única coisa que avança na Europa é a concentração do rendimento e o peso dos rendimentos do capital no conjunto dos rendimentos.

E o problema maior que tudo isto está a provocar é que a deterioração económica está a deixar de ser conjuntural. Estamos a ponto de cruzar uma fronteira a partir da qual os danos, em forma de destruição de tecido empresarial, de emprego, de inovação e de capital físico, social, investigador e humano para o investimento futuro são irreversíveis. Por isso é dramático que os líderes europeus se fechem em copas perante qualquer sinal de reforma que não seja as que eles apregoam como representantes dos grandes capitais, cujos negócios ajudam e gerir quer no âmbito público como no privado através das portas giratórias que funcionam tão bem sob o seu mandato.

A Alemanha está a cometer com a Europa o mesmo erro que com ela cometeram os países europeus que a venceram na Primeira Guerra Mundial. Então, foi-lhe imposta uma política de reparações que criou o demónio que anos mais tarde incendiou todo o continente e agora os alemães emprenham-se em impor uma política de austeridade que não só é injusta e tosca como também é impossível que possa ter êxito. Mais uma vez, ateiam fogo à Europa.

As exigências alemãs para que os demais países continuem a reduzir salários e exportem cada vez mais são simplesmente estúpidas. É materialmente inviável que todos os países se especializem da mesma forma e que todos possam ter vantagens se se dedicarem a desenvolver a mesma estratégia. É um engano porque oculta que assim só se beneficiam as grandes corporações exportadoras à custa do empobrecimento de todo o mercado interno europeu. E o empenho em reduzir despesas públicas é paranóico porque o que na verdade a cada dia gera mais dívida são os juros por culpa de um banco central europeu que não o é.

O impressionante, contudo, é que não há reacção potente dos governos de países europeus que vêem como esta estratégia afunda suas economias e destroça suas sociedades. Inclusive uma grande potência como a França assume-a sem sequer refilar. A Espanha tem um peso suficiente na Europa para forçar mudanças, mas nem sequer tenta. E assim um atrás do outro, pois não parece que ao novo governo italiano se vá dar muita capacidade de manobra.

As imposições da Merkel e do capital alemão já são muito mais do que um empenho ideológico. Não vale recorrer outra vez ao santo temor alemão à inflação ou ao seu conceito pecaminoso de dívida. São as suas políticas que alentam um poder de mercado que arrasa o poder aquisitivo da imensa maioria das famílias europeia ou os que impõem um banco central que é a fonte real do incremento do défice e da dívida.

O que há por trás de tudo isto é a decisão de salvaguardar o poder financeiro acima de qualquer outra vontade e a vontade firme de saltar em estilo toureiro as preferências dos povos, e de evitar o que dizem nas urnas. Mas vamos deixar de dissimulações. Isso já conhecemos na Europa e chama-se ditadura. 
28/Fevereiro/2013

O original encontra-se em http://juantorreslopez.com/impertinencias/dictadura-en-europa/ 

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

sábado, 2 de março de 2013

A longevidade é necessariamente uma coisa boa?


A longevidade é necessariamente uma coisa boa?

Atualizado em  1 de março, 2013 - 13:54 (Brasília) 16:54 GMT
Todos anos, aumenta o número de pessoas idosas tanto nos países desenvolvidos como nas nações em desenvolvimento, graças às descobertas da medicina moderna para atrasar as fronteiras da morte, mas a longevidade é necessariamente uma coisa boa?
Na Califórnia, a forma física é levada a um extremo. Há lojas em Beverly Hills, local conhecido por sua obsessão com a imagem, apinhadas com comprimidos e fórmulas que visam prolongar a vida. Em Santa Monica, há tantos programas de treinamento ''boot camp'' e tantas sessões de ioga em parques públicos que autoridades locais já pensam em impor um limite.e
''Na Califórnia, você pessoas se exercitando às 5h15 e isso ou faz bem a eles ou faz parte de uma psicose neurótica séria na qual eles estão infelizes porque estão ficando mais velhos'', afirma Ed Saxon, que produziu o filme Fast Food Nation, em 2006.
''Uma pessoa de 55 anos imaginando que se parece com alguém de 25, se submetendo a cirurgias e se exercitando fanaticamente para que isso aconteça, tudo isso me parece uma má ideia. A obsessão em parecer mais jovem do que você realmente é."
Além da loucura em torno da forma física, existem os conselhos incessantes em torno do que se deve comer para se permanecer jovem. Eu deveria tomar mirtilo, couve batida ou comer torrada sem glúten? E vinho tinto faz bem para mim ou não? E quanto a chocolate?
Pode ser desconcertante, mas o objetivo é claro. A morte tem de ser adiada o máximo possível.

Incapacidade prolongada

''Nos Estados Unidos, se assume como fato que a longevidade é algo bom'', afirma Susan Jacoby, autora do livro Never Say Die (Nunca Diga Morrer, em tradução literal).
''Muito dessa crença irracional de que há coisas que você pode fazer para se assegurar contra a velhice e a doença tem a ver com o fato de que nós, nos Estados Unidos, realmente não gostamos de envelhecer'', comenta a escritora.
Jacoby, de 67 anos, faz duras críticas ao que chama de ''lixo sobre estilo de vida'' e ''lixo de suplementos alimentares''.
''Se você for olhar com mais atenção para essas pessoas que te dizem que você pode ser uma pessoa saudável aos 120, existe um homem ou uma mulher vendendo alguma coisa'', comenta.
A verdade, diz a autora, é que a maior parte das pessoas que vivem além dos 90 irão morrer após passar ''um período prolongado de incapacidade''.
''Nós estamos acreditando nesse mito de que como estamos atualmente mais saudáveis do que nunca aos 67 anos, estaremos assim também aos 87 ou aos 97. Mas a verdade é que graças a alguns avanços duvidosos da medicina moderna, que mantém pessoas vivas não importa o quê, é que será preciso refletir mais sobre como cuidar dessas pessoas.''

Em 1980, James Fries, professor de medicina da Universidade de Stanford, anteviu uma sociedade em que doenças crônicas seriam adiadas e reduzidas. Nessa sociedade, pessoas levariam vidas saudáveis e morreriam de forma relativamente rápida, reduzindo a quantidade de deficiência e incapacidade.
Fries chamou a isso de ''morbidez comprimida'' e seu trabalho foi creditado como o marco das origens do paradigma moderno para se envelhecer de forma saudável.
O problema é que é mais fácil aconselhar pacientes sobre como prolongar suas vidas saudáveis do que reduzir qualquer período de saúde em declínio.

Boa morte

Joseph e Anne Gias são um casal saudável na faixa dos 60 anos, mas eles se preocupam com os percalços da velhice. ''Não quero passar dos 80. Eu creio que entre os 80 e os 85 as pessoas se deterioram muito. Já vi muita deterioração nessa faixa etária e não quero que isso aconteça comigo'', afirma Anne.
A despeito dos temores de Anne, há exemplos de pessoas que levaram vidas longas e saudáveis. Quando Besse Cooper morreu em dezembro do ano passado, aos 116 anos, ela era a mulher mais velha do mundo.
De acordo com relatos, ela estava com uma saúde incrível e nunca se queixou de dores. Ela levava uma vida ativa e se recusava a comer ''porcarias''.
No seu último dia de vida, ela comeu um generoso café da manhã, fez o cabelo e viu um vídeo de Natal com amigos.
Besse morreu em paz à tarde, após ter sofrido problemas respiratórios. Ela é um raro, mas bom exemplo da morbidez comprimida, a que se referia James Fries - uma vida longa e saudável e uma boa morte.

Circo...

Hoje acordei pensando... O que seria do circo sem os palhaços? Tem gente que acha que inventa uma roda todo dia... Acaba não bRaZiU!