sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Meu engana que eu gosto por Eliane Cantanhêde

Me engana que eu gosto

BRASÍLIA - Marketing é coisa de gênio e nós, meros mortais, não somos gênios. Mas também não precisam tratar os 145 milhões de eleitores do país como idiotas.
Querer vender Marina como "elite branca", quem sabe como "elite branca de olhos azuis", quem sabe até como "elite branca de olhos azuis do capitalismo paulista", vai colar?
Depois do sociólogo, do migrante nordestino e da primeira mulher, faz sentido uma mulher negra, saída dos cafundós do Acre e alfabetizada a duras penas aos 16 anos. Um "Lula de saias". Daí o pânico da campanha de Dilma. O poder da imagem de Marina, a força da sua simbiose com a maioria do povo brasileiro.
E lá vem Dilma e sua propaganda deformando a cor, a cara, a imagem, a história e as intenções de Marina, adulterada como representante de banqueiros e um perigo para o prato de comida dos pobres. E lá vem João Pedro Stedile, do MST, ameaçando invadir tudo, todo dia, se ela vencer. É a implosão da Marina real e a construção da Marina "de direita".
Será que os eleitores brasileiros somos tão imbecis, caímos como patinhos em qualquer lorota? Ou será que só cai quem é manipulável e quem está pendurado nas boquinhas e verbonas, na promiscuidade entre o público e o privado? Para cair no engodo, na "genialidade" da propaganda, só por ignorância ou por má-fé, pura e simples.
Se Lula saiu de um casebre do interior de Pernambuco, Marina emergiu de um seringal do Acre. Se Lula fez curso de torneiro mecânico, Marina teve de lavar chão para formar-se em história. Se Lula se tornou o grande líder sindical no Sul Maravilha, Marina impõe-se na órbita do ambientalista Chico Mendes.
A diferença é que Lula se rendeu aos lucros estratosféricos do setor financeiro, aos jatinhos das empreiteiras, às vantagens camaradas para filhos e noras e aos convescotes das oligarquias políticas mais atrasadas. Logo, o candidato dos sonhos dos banqueiros não é Marina. É Lula. 
eliane cantanhêde
Eliane Cantanhêde, jornalista, é colunista da Página 2 da versão impressa daFolha, onde escreve às terças, quintas, sextas e domingos. É também comentarista do telejornal 'GloboNews em Pauta' e da Rádio Metrópole da Bahia.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Europa terá rede de ciclovias de 70 mil quilômetros

Europa terá rede de ciclovias de 70 mil quilômetros
05/08/2014   -   Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil


Até 2020, 43 países da Europa serão conectados pela Eurovelo, uma rede que ligará 14 ciclovias do bloco, em um total de 70 mil quilômetros de extensão.
Não é pouco. Para se ter uma ideia, a circunferência da Terra tem 40 mil quilômetros, pouco mais da metade do que terá a Eurovelo.  O principal objetivo da ciclovia é estimular o uso da bicicleta como meio de transporte, tanto para os percursos dentro das cidades quanto para rotas mais longas, que liguem um município ao outro.
Outro aspecto que pretende ser incentivado é o turismo sustentável, já que as ciclovias valorizarão as rotas que passam por edifícios e monumentos históricos, museus e também regiões típicas no interior dos países.
As quatro principais ciclovias serão: a rota da Costa Atlântica, com 8.186 quilômetros de extensão, a rota do Sol, com 7.409 quilômetros de distância, a rota do Mar Báltico, com 7.980 quilômetros, e a rota Iron Curtain Trail, com 10.400 quilômetros.
A rota da Costa Atlântica conectará Noruega, Reino Unido, Irlanda, França, Espanha e Portugal. A rota do Sol também inicia na Noruega, mas continua pela Finlândia, Suécia, Dinamarca, Alemanha, República Tcheca, Áustria, Itália e Malta.
Já a rota do Mar Báltico passará por Polônia, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, Estônia, Letônia e Lituânia. Por fim, a rota Iron Curtain Trail, a maior da rede, unirá a Europa Ocidental com a Oriental, passando por 20 países.
O site da Eurovelo várias dicas de passeios a serem realizados, a exemplo das rotas cinco, seis e oito, que possuem ciclovias que passam por regiões de vinícolas. Além disso, a página disponibiliza um mapa das rotas, também com diversas sugestões para aproveitar o cicloturismo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

E agora, José?

Dilma Rouseff (13) e Marina Silva (40) no Debate da Band. Como vai ser? 



Manter o que já conhecemos (que embora tenha inúmeros problemas é melhor do que a 12 anos atrás - Tucanada)? 
Arriscar e talvez errar por procurar o novo ao invés de nos acomodar?
O outros senhores e senhoras que são candidatos, com todo respeito que merecem, para mim não são opções nesse momento.




Em tempos de eleições... Mafalda para nos fazer refletir.


O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais (BERTOLD BRECHT).

POLÍTICAS PARA EDUCAÇÃO DO E NO CAMPO E OS TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA DO MST NO PARANÁ

Compartilho com muita alegria meu livro publicado recentemente:


POLÍTICAS PARA EDUCAÇÃO DO E NO CAMPO E OS TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA DO MST NO PARANÁ: 
forças contra-hegemônicas

Autor(es): 
Jeinni Kelly Pereira Puziol
ISBN: 978-85-444-0061-6
Editora: EDITORA CRV
Distribuidora: EDITORA CRV 
Disponibilidade: 5 Dia(s)
Número de páginas: 144
Ano de Edição: 2014
Formato do Livro: 14x21
Número da Edição: 1

ACESSE E ADQUIRA AQUI: EDITORA CRV

Circo...

Hoje acordei pensando... O que seria do circo sem os palhaços? Tem gente que acha que inventa uma roda todo dia... Acaba não bRaZiU!